Palmeiras tem que pagar valor bem baixo para time feminino jogar no Allianz
Leila Pereira justificou a opção pela Arena Barueri devido ao custo que precisa ser pago à WTorre, mas as cifras são pequenas
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A pergunta que todo torcedor do Palmeiras tem feito desde sábado é: por que o time feminino, que foi campeão da Supercopa diante do Corinthians, quase nunca joga no Allianz Parque? Segundo a presidente Leila Pereira, o custo a ser pago pelo clube à WTorre para as meninas atuarem no estádio inviabiliza o acordo.
“Para o time feminino jogar no Allianz Parque, temos que pagar, e não temos custo no masculino”, explicou.
Mas o blog descobriu que o “aluguel” do estádio para as meninas está longe de ser astronômico. Embora não exista um valor fixo tabelado, é possível cravar que o Verdão pode jogar em casa por algo entre R$ 100 mil e R$ 200 mil por partida.
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“Não tem um valor fixo. Tudo depende de negociações, espaço em calendário de shows/eventos”, afirma uma fonte ouvida.
Leila faz questão de destacar o abismo financeiro entre o futebol masculino e o feminino. “Os valores são relevantes para a receita, que não é muito grande no futebol feminino. A gente não recebe da TV, das transmissões... A gente recebe da CBF em caso de títulos. Então precisa melhorar a parte financeira para começar a pensar em mandar jogos no Allianz Parque”, explica.
Conflito de interesses?
Para muitos torcedores do Palmeiras, a insistência de Leila Pereira na Arena Barueri não tem a ver com o custo do Allianz, mas com o fato de ela ter arrendado o estádio na grande São Paulo. Foram mais de R$ 515 milhões para controlar a arena pelos próximos 35 anos.
Nos últimos meses, a empresa de Leila investiu outros R$ 70 milhões entre naming rights, reformas estruturais, instalação de gramado sintético e novo sistema de iluminação. Para que a arena não fique inutilizada, Leila tem levado todos os jogos das categorias de base e do feminino para lá.
O time principal também joga em Barueri enquanto o novo gramado do Allianz Parque não fica pronto. O grande problema é que o estádio de Leila Pereira nunca caiu nas graças do torcedor.
A média de renda líquida do Verdão durante o Paulistão é de apenas R$ 200 mil por partida. No Allianz, o Paulistão do ano passado rendeu R$ 1,8 milhão por jogo.
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