Nino já disse “sim” ao Palmeiras, mas negócio ainda não fechou
Verdão acena com oferta quase três vezes maior do que foi investido pelo Zenit para comprar o defensor do Fluminense
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Palmeiras e Nino já chegaram a um acordo. Salário, tempo de contrato, luvas… Mas o zagueiro ainda não pode ser considerado um reforço do Verdão por causa do Zenit. É que o time russo sinaliza com a venda, mas insiste em mantê-lo até o fim da temporada russa, que só termina na metade do ano.
Para convencer o Zenit a liberar Nino imediatamente, o Verdão admite pagar cerca de três vezes mais do que foi investido em sua compra junto ao Fluminense, em 2023. Na oportunidade, o Zenit gastou 5 milhões de euros.
Entre valores fixos e bônus, a presidente Leila Pereira acena com uma proposta total de 15 milhões de euros. Número que inviabiliza a intenção do Fluminense em repatriá-lo, tal como foi em relação a Jhon Arias.
Nino é titular absoluto no Zenit e não pretende forçar a saída, embora trabalhe nos bastidores para que o negócio saia.
Recentemente, um emissário palmeirense foi enviado aos Emirados Árabes, onde o time russo fez sua pré-temporada, para tentar acelerar o acordo.
A única certeza no Allianz Parque é que o Palmeiras vai insistir em Nino, ainda que tenha de esperá-lo até julho. Outras opções para a defesa foram avaliadas como inferiores ao ex-jogador do Fluminense, que já tem 66 partidas, três gols e uma assistência com a camisa do Zenit.
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