Massis adia renovação de atacante do São Paulo, que está na mira de três times do exterior
Gustavo Santana ganha apenas R$ 12 mil por mês e interessa a Shakhtar, Benfica e a uma equipe da Major League Soccer
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O São Paulo ainda não renovou o contrato de Gustavo Santana, centroavante que tem atuado como titular e que recebe apenas R$ 12 mil mensais. O blog apurou que o presidente Harry Massis optou por adiar a reunião para tratar do reajuste do jogador, de 21 anos.
O problema é que Gustavo Santana já desperta o interesse de três clubes do futebol internacional: Benfica, de Portugal, Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, e uma equipe da Major League Soccer (MLS), dos Estados Unidos.
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Promovido ao elenco profissional durante a paralisação dos campeonatos para a Copa do Mundo, Gustavo Santana ganha 150 vezes menos do que Calleri, com quem disputa posição. O garoto soma oito partidas pela equipe principal, com um gol marcado, e foi titular diante do Vitória, no último sábado.
Apesar de parecer simples, a renovação travou porque Massis quer o aval dos candidatos à presidência para conceder o aumento salarial. Vale lembrar que apenas Marcelo Portugal Gouvêa Filho, da oposição, já está confirmado na eleição. O candidato da situação ainda é uma incógnita.
Enquanto o São Paulo posterga as negociações, o interesse estrangeiro aumenta. Benfica, Shakhtar Donetsk e um clube da MLS já fizeram contatos e sinalizaram a possibilidade de apresentar propostas em breve.
O empresário Luiz Carvalho, responsável pela carreira de Gustavo Santana, tem inclusive uma viagem marcada para Lisboa, em 8 de novembro, em meio às sondagens recebidas pelo atacante.
Outro detalhe importante é a multa rescisória de R$ 24 milhões para transferências dentro do futebol brasileiro. A situação de Gustavo Santana ilustra a política adotada pela atual presidência do São Paulo nesta reta final de mandato. Decisões relacionadas à montagem do elenco para 2027, incluindo renovações contratuais, estão sendo condicionadas à opinião dos candidatos à sucessão presidencial.
O problema é que a espera pode abrir espaço para o avanço dos clubes estrangeiros interessados em uma das jovens revelações do Tricolor.
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