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Portuguesa tenta impedir escalação de atacante do Vitória por dívida milionária

Lusa ainda cobra que o time baiano fique impedido de escalar Renê enquanto a pendência de R$ 2,2 milhões não for paga

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Portuguesa aciona a ANRESF para cobrar dívida de R$ 2,2 milhões do Vitória pela contratação de Renê.
  • Portuguesa solicita que Vitória seja impedido de escalar Renê até a quitação da dívida.
  • Vitória alega que Portuguesa também possui dívida relacionada à contratação de Danielzinho, mas Lusa contesta.
  • Presidente do Vitória critica inadimplência, mencionando dívida de R$ 10,3 milhões do Grêmio com o clube.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Renê foi vendido pela Lusa ao Vitória por R$ 5 milhões Arquivo pessoal/Instagram

A Portuguesa decidiu acionar a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), responsável pelo Fair Play Financeiro no Brasil, para cobrar uma dívida do Vitória pela contratação de Renê. A informação é exclusiva do blog.

O jogador foi negociado com o clube baiano depois de se destacar no Campeonato Paulista. Desde então, tornou-se peça importante na campanha do Vitória.

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O problema é que duas parcelas da transferência venceram sem que o Vitória efetuasse os pagamentos. O débito original gira em torno de R$ 2 milhões e, com juros e correção monetária, já chega a aproximadamente R$ 2,2 milhões.

Diante do atraso, a Portuguesa decidiu recorrer à agência de Fair Play Financeiro. Além de exigir o pagamento integral da dívida, o clube paulista solicita uma medida que pode ter consequências esportivas: impedir o Vitória de utilizar Renê em partidas oficiais até que as duas parcelas sejam quitadas.

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Vitória alega pendência financeira envolvendo Danielzinho

O Vitória, por sua vez, argumenta que a Portuguesa também possui uma dívida relacionada à contratação de Danielzinho, jogador que pertenceu ao clube baiano e chegou a disputar um Campeonato Paulista pela Lusa.

A Portuguesa contesta a justificativa. Segundo o clube, a parcela referente à negociação de Danielzinho só vence em novembro e, portanto, não existe atraso nesse compromisso. A direção da Lusa também sustenta que as duas operações são independentes e que uma eventual obrigação financeira não justifica o descumprimento da outra.

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Presidente do Vitória também reclama de calotes

A situação chama a atenção porque Fábio Mota, presidente do Vitória, tem sido um dos dirigentes mais críticos à inadimplência entre clubes brasileiros.

Nesta semana, o mandatário reclamou publicamente de uma dívida de aproximadamente R$ 10,3 milhões do Grêmio com o Vitória, referente à transferência do zagueiro Wagner Leonardo.

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Segundo Mota, a falta de recebimento desse dinheiro tem prejudicado o fluxo de caixa do clube baiano e dificultado o cumprimento de suas próprias obrigações financeiras.

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