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Fracasso na seleção destrói sonho de Tite, que segue desempregado

Treinador sonhava em trabalhar em um clube do futebol europeu, mas só recebeu convites de mercados piores

Blog do Nicola|Do R7 e Jorge Nicola


Tite não trabalha há quase nove meses, desde a eliminação da seleção na Copa do Catar
Tite não trabalha há quase nove meses, desde a eliminação da seleção na Copa do Catar

Real Madrid, Inter de Milão, Chelsea... Depois de seis anos à frente da seleção brasileira, Tite projetou sua carreira para assumir um grande clube do futebol europeu. Ele chegou a recusar propostas de times brasileiros, de seleções menores e boladas de clubes do Oriente Médio. Tudo em vão. A janela no Velho Continente fechou nesta sexta-feira sem que Tite realizasse seu sonho.

A verdade é que o projeto de Tite micou. E a eliminação nas quartas de final das últimas duas Copas do Mundo foi determinante para que o nome do treinador não emplacasse. A leitura na Europa pode ter sido: como ele não conseguiu chegar perto do título na Rússia e no Catar com um dos melhores elencos do mundo?

Apesar da frustração, Tite deve se manter desempregado até o fim da temporada. Ele não trabalha desde a derrota nos pênaltis do Brasil para a Croácia, em 9 de dezembro de 2022. Pelo menos sete clubes daqui o convidaram. O Corinthians fez pelo menos três contatos ao longo do ano.

Ele também foi chamado para treinar as seleções de Coreia do Sul e do Equador, além dos sauditas Al-Hilal e Al-Nassr. O Hilal é o novo time de Neymar, enquanto o Nassr conta com Cristiano Ronaldo, Mané e Talisca. Especulou-se ainda que Tite teria um acordo para trabalhar no Orlando City a partir de janeiro, informação negada com veemência pelo diretor-executivo do clube americano, Ricardo Moreira.

A boa notícia para os clubes brasileiros é que o gaúcho deve se colocar à disposição do mercado nacional após o Brasileirão. Jorge Sampaoli, no Flamengo, Vanderlei Luxemburgo, no Corinthians e Luiz Felipe Scolari, no Atlético-MG, são três técnicos que balançam e podem ser substituídos por Tite em 2024.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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