Folha salarial de quase R$ 40 milhões causa polêmica no Corinthians
Timão tem o terceiro departamento de futebol mais caro do futebol na América do Sul, para irritação de parte do alto escalão
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Você sabia que o Corinthians só tem folha salarial menor do que Flamengo e Palmeiras no Brasil? Contando salários, direitos de imagem, luvas e impostos, o custo alvinegro gira na casa dos R$ 38 milhões mensais, contrariando todas as projeções para 2026.
No início da temporada, uma das metas era reduzir em pelo menos R$ 5 milhões por mês a folha do Corinthians, o que ainda não ocorreu. A consequência: André Recoder e Gabriel Diniz anunciaram nos últimos dias que saíram do Comitê de Reestruturação do clube, criado em outubro.
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Eles cobravam medidas mais enérgicas do presidente Osmar Stabile. Diante da manutenção dos gastos, eles decidiram não ficar. Vale contar que Recoder é vice-presidente do Banco Pátria Investimentos e teve papel importante nas tratativas com credores e na busca por antecipação de receitas.
A expectativa no Corinthians é de que a redução ocorra a partir de julho, por causa de Memphis Depay. Ele até pode seguir no Parque São Jorge, mas o Timão não quer pagar nenhum centavo de seu salário — que ficaria sob responsabilidade de patrocinadores. Com isso, a folha já cai em pouco mais de R$ 6 milhões por mês.
A título de comparação, a folha do Flamengo é a maior da América do Sul e gira na casa dos R$ 50 milhões mensais, contra cerca de R$ 43 milhões do Palmeiras.
Flamengo, Palmeiras e Corinthians são donos dos elencos mais caros do continente. A diferença é que os elencos de Rubro-Negro e Verdão são elogiados, enquanto o alvinegro deixa a desejar.
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