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Flamengo pode faturar com um patrocínio mais do que Leila paga por todo o uniforme do Palmeiras

A receita do Verdão com a Crefisa e a FAM não é reajustada há anos, o que irrita conselheiros, que falam em conflito de interesse

Blog do Nicola|Jorge Nicola e Jorge Nicola


Leila é presidente alviverde e dona das empresas que ocupam todos os espaços no uniforme
Leila é presidente alviverde e dona das empresas que ocupam todos os espaços no uniforme

Se alguém ainda tinha dúvida de que o valor dos patrocínios de Leila Pereira com o Palmeiras está defasado, vale uma informação: o Flamengo tem uma oferta de R$ 85 milhões por temporada da Pixbet para o peito da camisa. Ou seja, um único espaço no uniforme rubro-negro pode render R$ 4 milhões a mais do que Leila desembolsa por todas as propriedades na camisa, no calção e no meião do Verdão.

Os contratos com a Crefisa e a FAM, que anos atrás eram os melhores do país, não são reajustados há quatro anos. O Palmeiras continua a ganhar R$ 81 milhões fixos por temporada, ignorando a entrada das casas de apostas no futebol brasileiro com um caminhão de dinheiro.

O Palmeiras é o único time da Série A do Brasileiro que não possui contrato com uma bet — Leila assinou com a Betfair apenas para o futebol feminino, para o qual não há exclusividade da Crefisa e da FAM.

Tem crescido dentro do Conselho Deliberativo alviverde a insatisfação com o veto a outros patrocínios na equipe profissional masculina. Um detabe antigo, sobre o conflito de interesses, aos poucos vai ganhando mais vozes. Afinal, Leila é a presidente do Palmeiras e dona das empresas que estampam sua marca no uniforme alviverde.

Importante: o acordo com as empresas de Leila só se encerra em 31 de dezembro de 2024, quando também acaba o mandato da empresária como presidente alviverde. Ela já se declarou candidata à reeleição e deve conseguir a vitória. A pergunta que não quer calar é se outras empresas dispostas a patrocinar o clube terão a oportunidade de concorrer com a Crefisa e a FAM.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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