Exclusivo: além da BYD, São Paulo negocia naming rights com outras 3 empresas
Acordo recém-fechado pelo Palmeiras com o Nubank fez com que concorrentes do ramo bancário entrassem na parada pelo Morumbi
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O São Paulo deve mudar o nome de seu estádio no fim da temporada. O acordo com a Mondelez, empresa responsável pelo chocolate Bis, se encerra em dezembro, e as conversas para a renovação do “Morumbis” esfriaram. Em contrapartida, há negociação com quatro concorrentes, segundo apuração exclusiva do blog.
A montadora de carros chinesa BYD, os bancos Santander e Inter e a segurada Metlife são as empresas com quem o Tricolor tem tratativas. Importante: as conversas vinham sendo conduzidas por Eduardo Toni, que atuava como diretor de marketing até quinta-feira (30).
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Santander e Inter, inclusive, intensificaram as conversas depois que Palmeiras e WTorre anunciaram o acerto com o Nubank, o banco digital. É que elas também são do ramo bancário e enxergam o Morumbi como uma excelente alternativa de divulgação.
O São Paulo trabalha hoje com a ideia de vender o nome de seu estádio por cifras superiores às alcançadas pelo Palmeiras. Para substituir a Allianz, o banco digital alviverde vai pagar cerca de R$ 50 milhões por ano, em contrato que se encerra em 2044. O estádio passou a se chamar Nubank Parque nesta segunda-feira (4).
O Tricolor sonha com R$ 60 milhões anuais por um acordo entre cinco e dez anos de duração.
Detalhe importante: a BYD chegou a ter conversas avançadas como São Paulo no fim do ano passado. A ideia era transformar o Morumbis em Morumbyd a partir de 1º de janeiro de 2026, mas o assunto esfriou depois de áudios vazados pela oposição — conflagrando a venda ilegal de camarotes com participação de aliados do presidente Julio Casares.
Após a saída de Casares, Douglas Schwartzmann e Mara Casares do Tricolor, a BYD reabriu as negociações.
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