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Duílio e Augusto são muito culpados! E concorrem ao status de pior presidente do Corinthians

Perda de Cássio e Carlos Miguel, dois dos melhores goleiros do Brasil em atividade, tem o atual presidente e seu antecessor como grandes responsáveis

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Duílio e Augusto colecionam péssimas decisões à frente do Timão

As saídas de Cássio e Carlos Miguel no intervalo de um mês no Corinthians têm dois grandes culpados: Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo. Com um detalhe: Cássio foi para o Cruzeiro sem render qualquer centavo, enquanto Carlos Miguel vai valer apenas 4 milhões de euros, uma pechincha diante da perspectiva de que ele se torne em breve goleiro da seleção brasileira.

Duílio tem muita culpa no cartório ao aceitar a inexplicável redução na multa rescisória de 50 milhões de euros para apenas 4 milhões de euros no contrato de Carlos Miguel, na virada do ano.

Já Augusto errou ao liberar Cássio sem custos (nem a dívida de R$ 3 milhões que o clube detém com o goleiro foi repassada para o Cruzeiro), e pior: ao tornar Carlos Miguel o goleiro número um do time antes de renovar seu contrato, corrigindo a multa deixada por Duílio.

Concorrência pesada: Na opinião deste blog, Duílio Monteiro Alves se tornou o pior presidente da história do Corinthians após se tornar o primeiro a não ganhar qualquer título como dirigente máximo do clube desde a década de 1980. Mas não é só: ele vivia dizendo que sanearia as contas, mas o tempo provou o contrário. Isso sem falar na Taunsa e no acordo com Mano Menezes que causou uma multa de R$ 12 milhões ao clube.

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Augusto tem menos de seis meses com a caneta de presidente alvinegro, mas se esforça para não deixar Duílio folgado na liderança como o pior cartola do clube. Em campo, os resultados seguem catastróficos, com eliminação na fase de grupos do Paulista e o time perto da zona de rebaixamento no Brasileiro.

Fora, uma série de escândalos e confusões, como a perda de um contrato de patrocínio de R$ 370 milhões com a Vaidebet, a permuta terrível com o Grupo Gazin, a debandada de diretores, o pedido de impeachment de opositores, além de uma série de promessas não cumpridas.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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