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Casares admite ter usado R$ 500 mil em gastos pessoais com cartão do São Paulo

Presidente que renunciou ao cargo para escapar do impeachment garante que devolveu o dinheiro, corrigido, no ano passado

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Julio Casares admitiu ter usado R$ 500 mil em gastos pessoais com o cartão corporativo do São Paulo.
  • Ele alegou ter devolvido o montante, corrigido, durante o segundo semestre do ano passado.
  • Casares renunciou ao cargo em janeiro para evitar um impeachment, após uma série de acusações e investigações.
  • Foi o segundo presidente em 11 anos a renunciar para escapar de um processo de impeachment no clube.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Casares gastava cerca de R$ 8 mil por mês com bens pessoais no cartão corporativo do São Paulo Rubens Chiri/São Paulo

Lojas de grife e salão de cabeleireiro fazem parte da longa lista de gastos pessoais que alcançaram cerca de R$ 500 mil de Julio Casares enquanto presidente do São Paulo. Tal quantia foi paga pelo então dirigente com o cartão corporativo do Tricolor, como descobriu o Conselho Fiscal do clube.

Em contato com o blog, Casares admite ter feito o uso do cartão, mas garante ter devolvido todo o dinheiro, com juros e correção monetária, durante o segundo semestre do ano passado.


Casares foi eleito presidente do São Paulo em 2021 e só teve de prestar contas internas durante sua segunda gestão. Em média, o presidente gastava R$ 8 mil mensais com coisas não ligadas ao São Paulo.

Em janeiro, depois de uma série de acusações e escândalos, além de investigações que incluem polícia civil e ministério público, o então presidente passou a correr risco de impeachment no São Paulo. Por 188 votos a favor, abriu-se dentro do Conselho Deliberativo um processo para tirá-lo. Bastava apenas que os sócios ratificassem tal decisão.


Foi então que Casares optou por renunciar, alegando ser alvo de uma grande armação de opositores. Ele se tornou o segundo presidente em 11 anos a renunciar para evitar o impeachment, assim como Carlos Miguel Aidar em 2015.

A informação sobre o gasto de R$ 500 mil com cartão corporativo foi divulgada primeiro pelo GE.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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