Casares admite ter usado R$ 500 mil em gastos pessoais com cartão do São Paulo
Presidente que renunciou ao cargo para escapar do impeachment garante que devolveu o dinheiro, corrigido, no ano passado
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Lojas de grife e salão de cabeleireiro fazem parte da longa lista de gastos pessoais que alcançaram cerca de R$ 500 mil de Julio Casares enquanto presidente do São Paulo. Tal quantia foi paga pelo então dirigente com o cartão corporativo do Tricolor, como descobriu o Conselho Fiscal do clube.
Em contato com o blog, Casares admite ter feito o uso do cartão, mas garante ter devolvido todo o dinheiro, com juros e correção monetária, durante o segundo semestre do ano passado.
Casares foi eleito presidente do São Paulo em 2021 e só teve de prestar contas internas durante sua segunda gestão. Em média, o presidente gastava R$ 8 mil mensais com coisas não ligadas ao São Paulo.
Em janeiro, depois de uma série de acusações e escândalos, além de investigações que incluem polícia civil e ministério público, o então presidente passou a correr risco de impeachment no São Paulo. Por 188 votos a favor, abriu-se dentro do Conselho Deliberativo um processo para tirá-lo. Bastava apenas que os sócios ratificassem tal decisão.
Foi então que Casares optou por renunciar, alegando ser alvo de uma grande armação de opositores. Ele se tornou o segundo presidente em 11 anos a renunciar para evitar o impeachment, assim como Carlos Miguel Aidar em 2015.
A informação sobre o gasto de R$ 500 mil com cartão corporativo foi divulgada primeiro pelo GE.
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