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A derrota que ensina: Santos perde no placar, mas ganha em postura diante do Flamengo

Mesmo sem o brilho individual de Neymar, o coletivo de Cuca deu sinais de vida e mostrou que a competitividade voltou à Vila Belmiro

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Santos perdeu para o Flamengo, mas demonstrou evolução e competitividade em campo.
  • A equipe, sob o comando de Cuca, apresentou uma nova postura, tornando-se mais aguerrida e organizada defensivamente.
  • A ausência de Neymar evidenciou a dependência do jogador, mas o time mostrou que pode atuar com coletivo forte e compacto.
  • Apesar da derrota, o desempenho gerou otimismo, indicando que o Santos pode reencontrar sua identidade no campeonato.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Peixe acaba derrotado por 3x1 pelo Flamengo, mas mostra evolução em competitividade Raul Baretta/Santos FC

Dizem que no futebol não existe “derrota honrosa”, mas quem assistiu ao embate entre Santos e Flamengo na última rodada sabe que o placar final não conta a história toda.

Sim, os três pontos ficaram com o Rubro-Negro, mas o que se viu em campo foi um sinal de vida — e de evolução — que o torcedor santista há muito não presenciava.


A era da competitividade

A principal mudança não foi tática ou técnica, mas de postura sob o comando de Cuca. O Santos deixou de ser aquele time passivo que aceitava o domínio adversário para se tornar uma equipe “cascuda”.

Mesmo diante de um dos elencos mais caros do continente, o Peixe mordeu os calcanhares, fechou espaços e, por longos períodos, ditou o ritmo da partida com uma organização defensiva que parecia esquecida na Vila Belmiro.


A competitividade resgatada por Cuca mostra que o grupo entendeu o recado: talento sem entrega não vence jogos, mas entrega com organização pode equilibrar montanhas.

Vida sem o menino da vila

É impossível não falar da ausência de Neymar. Ter o craque em campo é, naturalmente, contar com o fator imprevisto, com a genialidade que resolve jogos em um lance. Porém, a “Neymardependência” muitas vezes mascara deficiências coletivas.


Preenchimento de meio-campo: O time jogou mais compactado.

Transições rápidas: A aposta foi na velocidade das pontas, sem centralizar todas as decisões em um único jogador.


Solidez defensiva: sem a liberdade total de Neymar na frente, o bloco de marcação começou mais alto, protegendo melhor a meta santista.

O resultado foi amargo, mas o desempenho deixou um gosto de otimismo. Se o Santos mantiver o nível de intensidade e a disciplina tática demonstrada contra o Flamengo, a tabela logo começará a refletir o que vimos no gramado.

Cuca parece ter encontrado a liga necessária para fazer esse time brigar no topo.

O Peixe perdeu o jogo, é verdade. Mas pode ter reencontrado sua identidade.

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Veja também: Cuca detalha plano para ter Neymar até a parada da Copa do Mundo

Após a derrota para o Flamengo, no Maracanã, o técnico Cuca confirmou a ausência de Neymar na estreia do Santos na Sul-Americana e detalhou plano para o retorno do craque.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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