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Neymar e Gabigol escancaram dilema no Santos: ‘ruim com eles, pior sem eles’

Uma análise sobre como a dependência histórica de ídolos como Neymar e Gabigol reflete na atual decadência esportiva do clube

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Santos não venceu nenhuma das cinco partidas em que Neymar e Gabigol não estiveram em campo.
  • A dupla atuou juntas em apenas oito dos 23 jogos da temporada, com desempenho variável, incluindo duas vitórias.
  • Sem os dois, o time perdeu a identidade e a capacidade de vencer, resultando em resultados frustrantes.
  • É crucial para o Santos que Neymar e Gabigol aprendam a vencer juntos para evitar uma temporada marcada por incertezas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A dependência da dupla é um reflexo alarmante da crise no clube Raul Baretta/Santos FC

Nesta temporada, o Santos atuou em cinco partidas sem a dupla e ainda não venceu. Foram dois empates (Guarani no Paulistão e Cruzeiro no Brasileirão) e três derrotas (Chapecoense e Athletico-PR no Brasileirão e Deportivo Cuenca na Copa Sul-Americana).

Dos 23 jogos disputados na temporada, eles atuaram juntos em apenas oito partidas: sendo duas no Paulistão, quatro no Brasileiro, uma pela Sul-Americana e outra pela Copa do Brasil. Nos últimos quatro duelos do Alvinegro, ambos vinham atuando como titulares.


Em 8 jogos da dupla, o Santos venceu apenas dois jogos, teve três empates e três derrotas, com 13 gols santistas marcados e 9 sofridos.

Nesses jogos, Neymar marcou dois gols e deu duas assistências, enquanto Gabriel marcou 4 gols e deu 5 assistências.


O eclipse alvinegro: a matemática que não fecha sem a dupla

Dizem que o futebol é um esporte coletivo, mas na Vila Belmiro, a ciência parece ter se tornado exata e um tanto cruel: subtraia os protagonistas e o resultado será, invariavelmente, o vazio.

Nesta temporada, o Santos vem flertando com o perigo toda vez que olha para o campo e não enxerga a sua “espinha dorsal”.


Os números não mentem, eles lamentam. Em cinco ocasiões, o Peixe entrou em campo órfão de sua dupla principal. O saldo? Zero vitórias.

Foram cinco tentativas de sobrevivência que resultaram em dois empates magros e três derrotas amargas, atravessando fronteiras que vão de Chapecó ao Equador. Sem eles, o Santos não apenas perde pontos; perde a identidade.


O peso da ausência

Quando a bola rolou sem os dois, o roteiro foi de frustração:

  • Paulistão: empate com o Guarani.
  • Brasileirão: quedas para Chapecoense e Athletico-PR, além de um empate com o Cruzeiro.
  • Sul-Americana: decepção diante do Deportivo Cuenca.

Juntos, mas nem tanto.

A ironia reside no fato de que, embora essenciais, a dupla é um “artigo de luxo” raramente visto. Dos 23 jogos da temporada, eles dividiram o gramado em apenas oito partidas.

É um aproveitamento de presença de pouco mais de 30%. Recentemente, pareciam ter engrenado, emplacando uma sequência de quatro jogos como titulares, mas o histórico mostra que a constância ainda é um sonho distante.

O Raio-X da Sociedade

Mesmo quando atuam juntos, o Santos vive uma montanha-russa. O desempenho coletivo é modesto, mas o brilho individual é o que mantém a chama acesa:

Estatística com a dupla (8 jogos)

  • Vitórias: 2
  • Empates: 3
  • Derrotas: 3
  • Gols marcados: 13
  • Gols sofridos: 9

No “microscópio” das atuações, os números individuais saltam aos olhos e justificam a dependência. Gabriel assume o papel de garçom-artilheiro com 4 gols e 5 assistências, enquanto Neymar contribui com 2 gols e 2 assistências.

A conclusão é clara: com eles, o Santos é um time instável, mas perigoso. Sem eles, o Peixe é apenas um náufrago em busca de terra firme.

Para a torcida, a oração é uma só: que a dupla não apenas jogue, mas que aprenda a vencer junta antes que a temporada vire apenas uma coleção de “e se?”.

O Santos precisa parar de ser um time de estatísticas isoladas para voltar a ser o esquadrão que assusta.

Afinal, na Vila, a mística exige mais do que apenas nomes na escalação; exige a vitória que, sem eles, teima em não aparecer.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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