O contraste do Brasileirão e a crise profunda vivida pelos grandes clubes
Enquanto Cruzeiro, Athletico-PR, Fluminense e Atlético-MG lideram a segunda metade, o Tricolor amarga a penúltima posição do returno em um jejum indigesto
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Campeonato Brasileiro de 2026 escancara duas realidades completamente distintas na transição de suas fases. Se a classificação do primeiro turno desenhou um cenário de maior estabilidade para diversos clubes, a virada de chave para a segunda metade chacoalhou as estruturas da competição, redefinindo elencos em ascensão e acendendo alertas sérios de crise.
Na liderança da classificação do segundo turno, quatro equipes vêm impondo um ritmo avassalador. Cruzeiro, Athletico Paranaense, Fluminense e Atlético Mineiro figuram atualmente como os quatro melhores times desta etapa.
Com desempenhos consistentes e pontos cruciais somados, esse G-4 do returno mostra como o fôlego renovado e os ajustes táticos no momento decisivo podem transformar as ambições de uma temporada.
O impacto desses resultados modifica diretamente a classificação geral do campeonato. A soma acumulada dos pontos de ambos os turnos reorganizou as brigas do topo ao rodapé da tabela: enquanto os times em ascensão no returno usam a arrancada para escalar posições e se consolidar na disputa por vagas continentais e pelo título, aqueles que estagnaram começam a ver a gordura conquistada na primeira metade evaporar.
O desempenho recente de algumas equipes na segunda metade reflete momentos delicados e aciona o sinal vermelho para camisas tradicionais. O Z-4 do returno conta atualmente com Internacional, Vitória, São Paulo e Vasco.
O cenário mais dramático dessa parte inferior pertence ao Tricolor paulista. Vivendo uma crise profunda, o São Paulo acumula uma indigesta marca de 10 jogos sem vitória.
A situação se agravou de forma crítica após a derrota para a Chapecoense, resultado que fez a equipe assumir a penúltima colocação da tabela do returno. Só o Vasco, que parece cada vez mais fadado a outro descenso, está atrás da equipe treinada por Dorival Júnior.
O rendimento atual gera enorme apreensão no Morumbis, criando um contraste gritante com a campanha construída durante o primeiro turno, quando o clube demonstrava maior competitividade e figurava longe da turbulência.
Sem margem para novos tropeços, a equipe precisa estancar a sangria imediatamente para evitar que o desempenho pífio da segunda metade comprometa de vez o seu desfecho no Brasileirão 2026.
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