Esportes Pará lamenta jogo com portões fechados, mas promete Santos com 'faca nos dentes'

Pará lamenta jogo com portões fechados, mas promete Santos com 'faca nos dentes'

Fora da Copa Libertadores de 2019, o Santos voltará a jogar como mandante pela competição nesta terça-feira, quando receberá o equatoriano Delfín, na Vila Belmiro, mas sem o clima que costuma marcar os jogos pelo torneio, com pressão da torcida. Afinal, o duelo será realizado com os portões fechados, por punição imposta pela confusão na partida da sua eliminação do torneio em 2018. O lateral-direito Pará lamenta esse cenário, mas assegurou que isso não afetará o desempenho da equipe.

"É um pouco estranho, mas não é novidade para mim, porque quando eu estava no Flamengo, joguei um jogo sem torcida contra o River Plate. É diferente, porque gostamos de jogar para nosso torcedor, que sempre comparece me peso. Amanhã temos que entrar como se o estádio estivesse lotado, porque precisamos da vitória, que será muito importante", disse, em entrevista coletiva nesta segunda-feira no CT Rei Pelé.

Pará ficou no banco de reservas no último sábado, quando entrou em campo já no fim do segundo tempo da vitória por 3 a 1 sobre o Mirassol pelo Campeonato Paulista. Mas, pela sua experiência, deve ser o escolhido para ocupar a lateral direita contra o Delfín. E apontou que o time precisará ser aguerrido para triunfar novamente, assim como fez em sua estreia no Grupo G, na terça-feira passada, quando fez 2 a 1 no Defensa y Justicia, na Argentina.

"Libertadores, se você não entra com alma, você perde. Nada melhor do que estrear com o pé direito. Temos um jogo difícil pela frente, mas temos que entra com a faca nos dentes para fazer um grande jogo", alertou o lateral-direito, de 34 anos.

Após oscilar no começo da temporada, o Santos conseguiu emplacar algumas atuações consistentes recentemente. Afinal, além do triunfo na estreia na Libertadores, foi elogiado no empate com o Palmeiras (0 a 0) e definiu a vitória sobre o Mirassol em menos de 25 minutos. Fruto do tempo para treinos, de acordo com Pará.

"Vejo nosso crescimento a partir do momento que tivemos três semanas cheias para trabalhar. Jesuldo estava tentando colocar o que ele queria para a gente fazer, e fomos tentando colocar tudo aquilo em campo. Não estávamos tendo resultado, mas conseguimos entender os treinamentos e no clássico contra o Palmeiras já fomos elogiados pela nossa postura", comentou.

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