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Vendedor de quentinhas aproveita preços altos do Parque Olímpico para faturar

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Os preços salgados do Parque Olímpico da Barra se tornaram um bom negócio para Jair Belém Ribeiro, de 51 anos. Antevendo o movimento durante o Rio-2016, ele montou uma espécie de filial de sua Belém Quentinhas nas proximidades do centro de mídia, onde bate ponto de 11h30 às 13h30 todos os dias nos últimos dois meses e vende de 70 a uma centena de pratos feitos por dia.

As quentinhas de seu Jair custam apenas R$ 10, com direito a arroz, feijão, batata frita e uma carne. No cardápio desta terça-feira era possível optar por frango assado, bife ou filé de frango, além de bebidas como refrigerante e guaraná natural. Uma boa parte das vendas é feita por encomenda. "O pessoal liga de manhã e deixamos as quentinhas separadas", contou ele.


A forma de pagamento fica ao gosto do freguês, já que são aceitos cartões alimentação, de débito e crédito, com bandeiras como Visa, Mastercar e Elo. "Lá dentro é um pouco caro e tem muita fila. Aqui é mais rápido", disse Igor do Nascimento, que trabalha na transmissão da Rio 2016 e ficou sabendo das quentinhas no seu primeiro dia no Parque Olímpico, por dica de colegas. "A divulgação é feita no boca a boca", acrescentou.

Os preços de Jair são de fato bem mais leves para o bolso dos frequentadores das instalações olímpicas. Os R$ 10 da quentinha equivalem ao preço de um pacote de biscoito amanteigado. Quem preferir montar um prato de comida deve preparar o bolso para pagar R$ 98 o quilo, isto é, R$ 25 por um prato pequeno, com 250 gramas apenas.

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