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Tite exalta bom início após 'pedreiras' e pede atenção contra Bolívia e Venezuela

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Logo em seus primeiros compromissos como técnico do Brasil, Tite superou duas "pedreiras", ao bater Equador, fora de casa, e Colômbia, em Manaus, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. As vitórias levantaram o moral da equipe e fizeram o torcedor voltar a se empolgar com a seleção depois de muito tempo. Para os próximos duelos contra Bolívia e Venezuela, então, o otimismo é grande, mas o treinador fez questão de freá-lo.

"A Bolívia vem de vitória sobre o Peru e empate com o Chile. A Venezuela estava ganhando de 2 a 0 da Argentina até tomar o empate. Por si só, os resultados falam. Precisamos de maturidade para repetir o padrão de atuação. Melhoramos os passes para gol, em função das triangulações e melhores escolhas. É uma característica da equipe, precisamos manter independentemente do adversário. E para isso, é preciso maturidade. Não pensamos na dificuldade do confronto", garantiu.


Tite também alertou que os triunfos e o futebol demonstrado em boa parte das partidas contra Equador e Colômbia são apenas o início de uma mudança. Para o treinador, tudo pode ser esquecido em caso de resultados ruins contra Bolívia, dia 6 de outubro, em Natal, e Venezuela, no dia 11, em Mérida. Até porque isso poderia representar a saída da zona de classificação para a Copa de 2018, seu grande objetivo neste momento.

"Precisamos de consciência, maturidade. Não podemos sair de desacreditados para achar que está tudo certo. Precisamos construir uma equipe para o Mundial e temos sete equipes muito próximas deste objetivo. Essa consolidação de equipe é fundamental para irmos para o Mundial. A partir daí, começa outra história, trabalharemos com uma situação diferente de agora", opinou.

Mas Tite sabe que o momento é de esperança para o torcedor, apesar de fazer questão de tirar de si a responsabilidade por este momento. "Não fiz nada. Gostaria de receber o elogio e ser ostentoso, mas não sou eu. É um trabalho de uma equipe toda, que entendeu que há unidade. Contra a Colômbia, disse que o problema de um é o problema de todos, e que a alegria de um é a de todos. Independente de qualquer divergência. Isso representa bem o nosso espírito."

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