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Tadeu Schmidt faz homenagem ao irmão Oscar Schmidt: ‘Meu maior ídolo’

Apresentador se despediu com publicação nas redes sociais; maior jogador brasileiro de basquete morreu nesta sexta-feira (17)

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Tadeu Schmidt prestou homenagem ao irmão Oscar Schmidt nas redes sociais.
  • Oscar, lenda do basquete brasileiro, faleceu aos 68 anos na sexta-feira (17).
  • A causa da morte não foi divulgada, ele foi atendido em um hospital antes de falecer.
  • Reconhecido como o maior cestinha da história, Oscar jogou cinco Olimpíadas e construiu um legado no esporte.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Tadeu Schmidt e Oscar Schmidt
Tadeu Schmidt postou fotos de lembranças com o irmão Oscar Schmidt Reprodução/Instagram/@tadeuschmidt

O apresentador Tadeu Schmidt, irmão de Oscar Schmidt, prestou a última homenagem ao atleta nas redes sociais. A maior lenda do basquete brasileiro morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (17).

“Meu maior ídolo! Minha maior referência! Maior exemplo de dedicação e amor à profissão! Que história incrível você escreveu, meu irmão! Descanse em paz”, escreveu Tadeu, que compartilhou uma sequência de fotos ao lado do irmão.


Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete masculino no Brasil, morreu nesta sexta-feira (17) aos 68 anos. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa ao R7. A causa da morte não foi divulgada. Mais cedo, ele chegou a ser atendido no Hospital e Maternidade Santa Ana, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal.

“É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo”, informou a equipe em nota.


Schmidt foi um dos maiores jogadores de basquete do Brasil e do mundo de todos os tempos. Ele estava aposentado das quadras há mais de 20 anos.

Oscar Schmidt deixou um legado para a história do esporte mundial. Ele construiu uma longa carreira por 29 anos, desde que iniciou no juvenil do Palmeiras, aos 14 anos.


Conhecido como “Mão Santa” devido à precisão nos arremessos e à capacidade de pontuação, o brasileiro se tornou o maior cestinha da história do basquete.

Incluído no Hall da Fama da Fiba (Federação Internacional de Basquetebol), Oscar jogou cinco Olimpíadas (1980, 84, 88, 92 e 96), tendo sido recordista em participações no basquete masculino, ao lado do porto-riquenho Teófilo Cruz e do australiano Andrew Gaze.


Oscar foi também o jogador com mais pontos na história do basquete, com 49.737 pontos, dos quais 42.042 foram pelos clubes em que atuou e 7.695, pela seleção brasileira, a equipe na qual ele mais gostava e tinha orgulho de jogar.

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