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Quem era ‘A Locomotiva’, lutadora argentina que morreu aos 47 anos

Boxeadora também se dedicava ao fisiculturismo e usava suas redes sociais para publicar mensagens de apoio

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RESUMO DA NOTÍCIA

  • A ex-campeã mundial de boxe Alejandra Oliveras, conhecida como "La Locomotora", morreu aos 47 anos após um acidente vascular cerebral.
  • Ela foi campeã em quatro categorias, com 33 vitórias em 38 lutas, e sua última luta foi em 2017.
  • Alejandra também se dedicava ao fisiculturismo e usava redes sociais para apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade.
  • O governo da província declarou três dias de luto oficial, e o presidente argentino destacou seu legado como inspiração.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Alejandra foi campeã mundial em quatro categorias de peso diferentes
Alejandra foi campeã mundial em quatro categorias de peso diferentes Reprodução/X

A ex-campeã mundial de boxe Alejandra Oliveras, conhecida como “La Locomotora”, morreu aos 47 anos, quinze dias após sofrer um acidente vascular cerebral. Ela estava internada desde 14 de julho em um hospital na cidade de Santa Fé, na Argentina, onde teve a morte confirmada na noite de segunda-feira (28). O governo da província declarou três dias de luto oficial.

Alejandra foi campeã mundial em quatro categorias e representou três organizações diferentes ao longo da carreira no boxe profissional. Conhecida pela imprensa internacional como “A Verdadeira Rocky Balboa”, ela teve 38 lutas, com 33 vitórias, duas derrotas e três empates. Sua última luta foi em 2017, quando venceu Lesly Morales por decisão unânime dos juízes. Depois de se aposentar, passou a atuar na política local.


A boxeadora também se dedicava ao fisiculturismo e usava suas redes sociais para publicar mensagens de apoio, principalmente voltadas a mulheres em situação de vulnerabilidade.

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O Conselho Mundial de Boxe lamentou a morte e destacou o papel de Alejandra como inspiração. A entidade relembrou a vitória por nocaute sobre Jackie Nava em 2006, quando conquistou o título mundial dos supergalos, e sua trajetória nos pesos-penas e superleves entre 2012 e 2013.


O presidente argentino Javier Milei se pronunciou sobre a morte. Em uma rede social, escreveu que Alejandra sempre esteve do “lado certo” e desejou que ela descanse em paz.

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