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Quem é a atleta que dormiu só 19 minutos em três dias e bateu recordes em ultramaratona

Rachel Entrekin derrotou atletas de elite, tanto homens quanto mulheres, em uma das provas mais difíceis do mundo

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  • Rachel Entrekin, atleta americana de 34 anos, venceu a ultramaratona Cocodona 250.
  • Ela estabeleceu um novo recorde ao completar a prova em 56 horas, 9 minutos e 48 segundos.
  • Durante a competição, Entrekin dormiu apenas 19 minutos, dando cochilos curtos.
  • A atleta destacou que participa de ultramaratonas por diversão e para explorar novos lugares.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A americana conquistou a vitória com um tempo recorde de 56 horas, 9 minutos e 48 segundos Reprodução/Instagram/rachel__entrekin

Rachel Entrekin, de 34 anos, fez história ao vencer e bater recordes em uma competição de ultramaratona. A americana derrotou atletas de elite, tanto homens quanto mulheres, um feito inédito em uma das provas mais difíceis do mundo. Além disso, conquistou a vitória com um tempo recorde de 56 horas, 9 minutos e 48 segundos.

Este é o terceiro ano consecutivo em que Entrekin vence a Cocodona 250, mas desta vez conquistou a vitória geral e estabeleceu a marca histórica. A Cocodona 250 é disputada em um percurso de 407 quilômetros no Arizona, Estados Unidos, e é considerada uma das ultramaratonas mais difíceis do mundo. Os atletas precisam lidar com um ganho de elevação de 11.827 metros, alcançando uma altitude de 2.817 metros em seu ponto mais alto, além das condições áridas do deserto.


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Durante os três dias de competição, Entrekin parou para dormir apenas três vezes. Cada cochilo durou menos de 10 minutos, totalizando apenas 19 minutos de sono em toda a prova. “Dormi cinco minutos, depois sete minutos, depois sete minutos. Meu objetivo era tirar apenas cochilos rápidos”, disse ao site especializado Canadian Trail Running. A atleta também parou durante a prova para acariciar cachorros, segundo a publicação.

Durante o ensino médio, Entrekin não praticava esportes coletivos porque não se achava boa o suficiente, mas chegou a jogar futebol e basquete na juventude pelos programas de sua cidade natal, no Alabama. Foi apenas quando estava na faculdade, em 2012, que ela começou a se dedicar à corrida. Hoje, Entrekin trabalha como fisioterapeuta com título de doutora.


Sobre a opção por disputar ultramaratonas, Entrekin afirma que é por “diversão”. “Você pode se perguntar por que submeter meu corpo e mente a um exercício tão estressante. Porque é divertido e você consegue explorar tanta coisa durante essas corridas. O maior atrativo para mim é que vejo muito do mundo em um curto período de tempo”, disse Entrekin ao jornal The Madison Record em 2025.

Nesta quarta-feira (6), a atleta resumiu seu sentimento após a conquista da Cocodona 250. “Por que não? Por que não tentar? Talvez, especialmente as mulheres, tendamos a descartar a ideia de fazer coisas porque achamos que não somos capazes, que não temos a experiência necessária, ou algo do tipo”, disse.

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