Logo R7.com
RecordPlus
BRASILEIRO 2022

Psicólogo de Maradona se defende em julgamento e chama ex-astro de ‘bipolar e narcisista’

Carlos Diaz disse que ‘queria o melhor’ para o ídolo argentino, mas havia um vício em bebida alcoólica

Mais Esportes|Do Estadão Conteúdo

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Carlos Diaz, psicólogo de Diego Maradona, se defende em tribunal de acusações sobre sua responsabilidade na morte do ex-jogador.
  • Ele descreve Maradona como 'bipolar e narcisista' e afirma que o ídolo estava em sofrimento devido a vícios e problemas psicológicos.
  • O psicólogo conheceu Maradona apenas 29 dias antes de sua morte, que aconteceu em 25 de novembro de 2020.
  • Diaz destaca que sempre buscou a abstinência do álcool como parte do tratamento para ajudar Maradona.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Maradona morreu em 25 de novembro de 2020 após sofrer um ataque cardíaco Santiago Pandolfi/Reuters - 28.03.2009

Pouco tempo depois de ter sido acusado de “assassino filho da p...” pela ex-mulher de Maradona, Verónica Ojeda - atacou todos os sete membros da equipe médica julgados pela morte do ex-jogador, em tribunal de San Isidro, nesta quinta-feira (30) -, o psicólogo Carlos Diaz se defendeu atacando a personalidade do ex-astro, a quem acusou de ser “bipolar e narcisista.”

O profissional garantiu no tribunal que conheceu Maradona apenas nos 29 dias que antecederam sua morte, em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos, após um ataque cardíaco, enquanto se recuperava de uma cirurgia realizada duas semanas antes para remoção de um hematoma subdural.


Segundo o psicólogo, na ocasião do primeiro encontro, Maradona vivia tomando vinho além de aparecer muitas vezes sonolento ou dormindo. “Fiquei contente que (Maradona) tinha um desejo real de mudança. Expliquei que o que funcionava de verdade era um modelo de abstinência, consumo zero (de bebidas alcoólicas)”, começou sua defesa.

Veja Também

“Mas, eis a situação: havia um vício, transtorno bipolar e personalidade narcisista. Todas essas são condições crônicas para toda a vida”, continuou Carlos Diaz em sua defesa e explicando seu papel nos cuidados com o astro argentino.


“Enfatizei o tratamento de abstencionismo. Havia um transtorno bipolar e um narcisismo. Podia colocar um país de joelhos, mas uma taça de álcool podia colocar você de joelhos”, afirmou. “Todos queríamos o melhor para Maradona. Eu não busco um tratamento para prejudicar um paciente.”

Search Box

Não perca nenhum lance! Siga o canal de esportes do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.