Pranchas de Adriano de Souza ficam presas na alfândega e surfista se revolta
Devido ao problema, o brasileiro está sem treinar para a quarta etapa do WCT
Mais Esportes|Do R7

Adriano de Souza, mais conhecido como Mineirinho, chegou ao Rio de Janeiro para competir pela 4ª etapa do WCT. O problema, porém, é que suas pranchas, que estavam sendo trazidas da Austrália por Bruno Baroni (seu videomaker) ficaram retidas na alfândega.
O evento, o Billabong Rio Pro, começa no dia 7 de maio e vai até o dia 18, na Barra da Tijuca. Mas o nosso representante está sem respostas para o que aconteceu com suas pranchas, além de estar sem treinar.
Revoltado, Adriano publicou uma foto questionando o que aconteceu com suas pranchas. Ele ainda usou seu perfil no Facebook para explicar e desabafar sobre o caso, por não ter sido a primeira vez que ele passa por problemas parecidos.
Australiana quer ser a nova musa do surfe
— Meu Videomaker trouxe esse capão (com as pranchas) de Bells Beach (Austrália) para o Brasil (Rio de Janeiro), e chegando aqui foi impedido de sair com ele do aeroporto. Falou que as pranchas eram minhas, mostrou fotos, vídeos, o meu nome que tem escrito atrás das pranchas e o melhor de tudo... tinha também minha lycra do campeonato de Bells estampada com meu nome, mas mesmo assim não adiantou.
O surfista ficou revoltado com a falta de explicação e por estar sendo prejudicado, já que, sem as pranchas, ele não tem como treinar para o campeonato.
— Parece que fizeram questão de travar meu equipamento de trabalho que é essencial e está fazendo uma falta absurda para os meus treinamentos aqui no Rio de Janeiro. Até quando isso vai acontecer? Eu estou representando o país de vocês, REPRESENTO O BRASIL!!! Por que isso??????
Adriano já passou por problemas do gênero quando venceu a etapa do WQS em Jeffreys Bay (África do Sul, em 2012), ocasião em que não quiseram liberar seu troféu. Um problema desses é gravíssimo, visto que, além de tudo, trata-se de um campeonato mundial.











