Logo R7.com
RecordPlus
BRASILEIRO 2022

Possível venda de parte do Milan gera expectativa na Itália

Mais Esportes|Do R7

  • Google News

Roma, 2 mai (EFE).- O magnata e ex-primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, se reuniu neste sábado com um investidor tailandês com o qual negocia a possível venda de uma parte do A.C. Milan, apesar de ambos apontarem que ainda não chegaram a um acordo definitivo. O encontro entre Berlusconi e o homem de negócios Bee Taechaubol aconteceu em Milão (norte da Itália) com o objetivo de "definir cada aspecto" do possível acordo. "Essa reunião foi realizada para definir cada aspecto, sobretudo para o futuro do Milan. Minha maior preocupação é dar aos torcedores a garantia de que a nova situação possa situar o Milan à altura de seu glorioso passado", disse o italiano aos meios de comunicação. "Com o senhor Bee estreitei amizade e pensamos que poderemos fazer coisas boas continuando com nossa relação". Sobre quem possuirá a parcela de maioria, Berlusconi disse que "ainda está tudo em discussão", mas que "é possível" que ele mantenha 51% do clube, do qual seguirá sendo presidente já que trata-se de "um negócio de coração". "Está tudo em fase de discussão. É possível que possa manter 51% do clube. Achei o senhor Bee uma pessoa absolutamente séria que respeitou todos os procedimentos técnicos vinculados à redação dos acordos e do contrato", disse. Berlusconi se expressou desta maneira junto ao magnata tailandês, que se limitou a dizer que "ainda é preciso trabalhar e que ordenar alguns detalhes" ao mesmo tempo que expressava seu desejo de "fechar (os acordos) o mais rápido possível". "Não posso falar de números. Há diversas operações legais e financeiras ainda por preparar", apontou. Após várias negociações com magnatas orientais, Taechaubol é o homem que parece mais próximo a comprar o clube, que conta com uma longa história de sucessos como 18 títulos de campeonatos nacionais, cinco Taças da Itália e sete Liga dos Campeões. Atualmente, o clube se encontra no 10° posto da Série A por causa de uma crise que provocou a demissão dos últimos dois treinadores só em 2014 e que poderiam representar a saída do atual, Filippo Inzaghi. EFE gsm/ff

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.