Palco de Brasil e Colômbia, Estádio Monumental tem história controversa
Mais Esportes|Do R7
Santiago (Chile), 16 jun (EFE).- A partida entre Brasil e Colômbia, nesta quarta-feira, pela segunda rodada do grupo C da Copa América, marcará a estreia na competição do Estádio Monumental, em Santiago, casa do maior campeão chileno, o Colo-Colo, mas que tem momentos controversos em sua história. O estádio foi inaugurado em abril de 1975, tendo passado por uma profunda reformulação 14 anos depois. O ex-ditador Augusto Pinochet foi apontado como o mecenas desta reforma, embora os dirigentes do clube 'albo' sempre tenham negado esta versão. Semanas atrás, a assembleia de sócios do Colo-Colo aprovou, de forma unânime, apagar todos os registros da presença do presidente do Chile entre 1973 e 1990 do clube, incluindo a sua nomeação como presidente de honra. Com capacidade para 47.347 espectadores, bem menor que os 62 mil lugares originais, o Monumental tem arquibancada começando na altura do gramado, o que coloca alguns torcedores bem próximos aos craques. Alguns dos que pisaram no estádio, aliás, viram bem de perto conquistas como a da Taça Libertadores de 1991. Na finalissíma, o Colo-Colo bateu o Olimpia por 3 a 0, levantando a mais importante taça da história do futebol chileno. A seleção chilena utilizou o Monumental em sete oportunidades, com balanço de quatro vitórias, um empate e duas derrotas. O compromisso mais recente foi amistoso com a Estônia, em 2011, que terminou 4 a 0 para os anfitriões. Nesta Copa América, o Monumental de Santiago ainda receberá a partida entre Brasil e Venezuela, pela última rodada do grupo C, deixando de ser utilizado nas fases eliminatórias da Copa América. EFE ns/bg










