Olimpíadas de Inverno: Brasil é o terceiro país do Hemisfério Sul a conquistar ouro
Esquiador Lucas Pinheiro Braathen fez história vencendo a primeira medalha de ouro da América do Sul
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O esquiador Lucas Pinheiro Braathen fez história ao conquistar a primeira medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas de Inverno, neste sábado (14). Com a vitória, o país se junta a Austrália e Nova Zelândia como os únicos países do Hemisfério Sul a alcançar o primeiro lugar do pódio.
Durante a prova de slalom gigante do esqui alpino, Lucas desbancou sua maior ameaça na competição, Marco Odermatt. O brasileiro garantiu uma vantagem de 58 centésimos contra o suíço, terminando a prova em 2 minutos e 25 segundos.
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A Austrália foi o primeiro país do Hemisfério Sul a conquistar um ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno. O feito aconteceu em Salt Lake, em 2002, quando Steven Bradbury venceu a prova da patinação de velocidade em pista curta. Na mesma edição, Alisa Camplin também garantiu o topo do pódio ao triunfar no aerials do esqui estilo livre. Desde então, o país acumulou seis ouros.
A Nova Zelândia entrou para o grupo de países com campeões olímpicos quase duas décadas depois. Em Beijing, em 2022, Zoi Sadowski-Synnott conquistou o ouro no slopestyle, enquanto Nico Porteous venceu no halfpipe.
Já na América do Sul, o Brasil é o primeiro a conquistar o feito. Até então, a Argentina era o país que chegou mais perto do topo do pódio. Em 1928, na estreia do Hemisfério Sul nos Jogos de Inverno, uma equipe argentina de bobsled terminou em quarto lugar, a sete décimos da medalha de bronze.
Para a edição de 2026, que começou no dia 6 de fevereiro, o Comitê Olímpico do Brasil contou com 14 atletas, sendo a maior delegação brasileira da história. O número representa um aumento de 40% em relação ao torneio de Pequim, em 2022.










