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Olímpiadas 2028: prefeita pede saída de chefe de comitê após citação nos arquivos de Epstein

Mensagens entre Casey Wasserman e Ghislaine Maxwell apareceram em caso de tráfico sexual

Mais Esportes|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Karen Bass, prefeita de Los Angeles, pediu a renúncia de Casey Wasserman, chefe do comitê olímpico de 2028.
  • O pedido ocorreu após Wasserman ser mencionado em mensagens entre Ghislaine Maxwell e Jeffrey Epstein.
  • Wasserman disse que suas mensagens, datadas de 2003, eram de uma época anterior ao conhecimento de Maxwell e Epstein como criminosos.
  • Ele decidiu vender sua empresa, Wasserman Group, devido à repercussão e ao desconforto causado por sua associação ao caso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Casey Wasserman é organizador dos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028 Guglielmo Mangiapane/REUTERS - 03.02.2026

Karen Bass, atual prefeita de Los Angeles, solicitou a renúncia de Casey Wasserman, presidente do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de 2028, por seu nome estar presente nos arquivos de Jeffrey Epstein.

“É lamentável que o comitê executivo dos Jogos Olímpicos apoie Wasserman. Na minha opinião, ele deveria renunciar”, falou Karen, na última segunda-feira (16).


Foram divulgados uma série de troca de mensagens de teor sexual entre Casey e Ghislaine Maxwell, condenada por fazer parte de uma rede de tráfico sexual infantil juntamente com Epstein.

Documentos também relatam uma viagem de Wasserman no jato particular de Jeffrey Epstein, evento que ainda teve a companhia de Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos, Maxwell e do ator Kevin Spacey.


Diante deste cenário, Casey decidiu por vender a Wasserman Group, sua empresa que gere a carreira de talentos internacionais, como a dos cantores Ed Sheeran, Pharrell Williams e Chappell Roan.

“Lamento profundamente que meus erros pessoais do passado tenham causado tanto desconforto a vocês. Não é justo com vocês, e não é justo com os clientes e parceiros que representamos com tanto empenho e pelos quais temos tanto apreço”, escreveu Wasserman em comunicado para os funcionários da companhia.


Apesar da presença nos arquivos, não há evidências de que Casey Wasserman tenha cometido algum ato criminoso. Ele lamentou suas conversas com Ghislaine Maxwell e disse que as mensagens, que datam de 2003, “ocorreram há mais de duas décadas, muito antes de seus crimes horríveis virem à tona”.

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