Nascimento de filha obriga Werdum a recusar luta no Brasil
Peso-pesado do UFC espera a chegada da próxima herdeira para o dia 1º de fevereiro
Mais Esportes|Do R7

Fabrício Werdum chegou a ser anunciado como o próximo desafiante ao cinturão do UFC, mas, no entanto, a lesão de Cain Velasquez fez com que o peso-pesado gaúcho tivesse que enfrentar Travis Browne antes. E este duelo, por sinal, não tem mais chance de acontecer no Brasil.
O motivo foi dado pelo próprio Werdum, que aguarda o nascimento de sua segunda filha para o próximo dia 1º de fevereiro, nos EUA. E, para evitar ficar longe da recém-nascida, da esposa e de sua outra filha de seis anos, o lutador optou por treinar, lutar e fazer todos seus compromissos profissionais o máximo possível na América.
— Recebi convite para lutar no Brasil, no dia 23 de março, mas, por alguns motivos, pedi para lutar nos Estados Unidos. O nascimento da Joana é um deles, a ansiedade está enorme. Aqui, posso ficar mais perto delas. Mesmo ficando alguns dias antes da luta longe de casa, a viagem de ida e de volta é mais rápida.
Das três lutas que fez no UFC desde seu retorno à organização, duas foram no Brasil, e em ambas o gaúcho deu show. Na primeira delas, Werdum nocauteou Mike Russow, e na segunda, em sua última apresentação no octógono, finalizou o lendário Rodrigo ‘Minotauro’.
Se preparando para encarar Browne, ainda sem data definida, o brasileiro intensifica os treinos de jiu-jitsu com o campeão mundial Rubens ‘Cobrinha’ e os de MMA com Rafael Cordeiro. O objetivo e claro: explorar a fraqueza do rival.
— O Browne tem essa característica de ser explosivo, mas faremos uma luta de cinco rounds e isso é vantagem para mim, porque sei que o gás dele é ruim. Quero nocautear ou finalizar, mas se for preciso vou dar um show de cinco rounds. Preciso estar bem preparado fisicamente para isso.










