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BRASILEIRO 2022

Movimento inédito criado por ginasta brasileira entra para o código da modalidade

Novo elemento nas barras assimétricas é oficialmente reconhecido pela Federação Internacional de Ginástica com o nome “Barbosa”

Mais Esportes|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gabi Barbosa, ginasta brasileira de 18 anos, criou um movimento inédito nas barras assimétricas, chamado "Barbosa".
  • O novo elemento foi reconhecido pela Federação Internacional de Ginástica (FIG) e tem valor C, contribuindo com 0,3 ponto na nota final.
  • Gabi desenvolveu o movimento após dificuldades com saídas tradicionais, adaptando-o ao seu físico e habilidades.
  • Iniciada no Centro Olímpico de São Paulo, Gabi agora compete pelo clube Pinheiros e almeja representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A ginasta brasileira Gabriela Barbosa, de 18 anos, executou um movimento inédito nas barras assimétricas durante a Copa do Mundo de Ginástica Artística da Croácia. O elemento foi oficialmente reconhecido pela FIG (Federação Internacional de Ginástica) com o nome “Barbosa”.

O novo passo consiste em uma entrada com as pernas afastadas, seguida por um mortal carpado com meia volta. Classificado como valor C pela FIG – que indica dificuldade média intermediária –, o movimento vale 0,3 ponto na nota final das competições.


jovem atleta dentro de um ginásio de ginástica artística, com o logotipo Clube Pinheiros visível ao fundo. Ela tem cabelo preso e veste roupa esportiva escura, parecendo dar entrevista ou conversar durante o treino.
Gabi começou sua trajetória na ginástica em um centro olímpico de São Paulo Reprodução/Record News

Com uma altura considerada elevada para os padrões da modalidade (1,68 m), a atleta enfrentou desafios em exercícios que exigem explosão muscular, o que não impediu seu progresso e impulsionou a busca por movimentos adaptados ao seu físico.

Em entrevista à RECORD NEWS, Gabi conta que “sempre tive muita dificuldade de fazer saídas, tanto de paralela quanto de trave”. Segundo ela, a ideia do novo movimento partiu da técnica Beatriz Estevão, que a incentivou na empreitada. “A gente começou a treinar no final do ano passado e aí, na primeira competição deste ano, eu já consegui colocar”, comemora.


A atleta deu os primeiros passos na ginástica em um centro olímpico de São Paulo, incentivada pelo pai devido à sua energia excessiva quando criança. Atualmente, ela atua no Esporte Clube Pinheiros ao lado de grandes nomes da modalidade, como Júlia Soares.

Após conquistar o feito inédito, a ginasta continua aprimorando suas habilidades e já trabalha em novos elementos para futuras apresentações. Agora, o objetivo é representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

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