Minotauro revela que Maldonado foi mal direcionado em briga com a Team Nogueira: “Fiz a minha parte”
Peso-pesado ainda não se encontrou com o amigo de longa data após a confusão do início do ano
Mais Esportes|Diego Ribas, do R7

A saída de Fábio Maldonado da Team Nogueira, equipe carioca liderada pelos irmãos Rodrigo ‘Minotauro’ e Rogério ‘Minotouro’, dificultou a preparação do meio-pesado (93 kg) para seu duelo contra Joey Beltran na última quarta-feira (9), no UFC Barueri. Na ocasião, mesmo com a vitória, o ex-pugilista deixou claro que seu desempenho foi comprometido pela drástica redução do número de sparrings de nível em sua fase de preparação para o combate.
No entanto, o lutador deixou claro que a situação foi contornada graças à ajuda de Demian Maia e Daniel Sarafian, e que o grande pesar do período de indefinição de seu camp foi ter se afastado dos irmãos Nogueira, a quem é “muito grato” pelos anos de parceria.
Procurado pela reportagem do R7 durante o evento no Ginásio José Correa, Minotauro mencionou sobre o assunto e afirmou que Maldonado foi mal direcionado durante as discussões sobre a possibilidade de abrir uma filial do time em Sorocaba, sua cidade natal.
— Gosto muito do Fábio, e torci para ele hoje, claro. Ele é gente finíssima. Mas, às vezes, ele fala umas coisas... Que acho que ele é mal direcionado. Mas ele é gente boa. Em relação à Team Nogueira, se ele teve de um desentendimento, foi coisa dele com o professor dele e com o Rafael ‘Feijão’ e que ele transferiu para mim.
Durante o processo de abertura da academia, Maldonado teria ficado inconformado com o fato de Feijão ter se adiantado e inaugurado uma filial na mesma cidade. Na ocasião, o ex-pugilista teria questionado os critérios de escolha de quem teria o direito para abrir academias e de quem, de fato, pagava o justo por isso.
Afirmando que acabou envolvido em uma briga que não era sua, o peso-pesado líder do time relembrou do tempo em que chegou a acolher Maldonado na sua própria casa, a quem ajudou como pôde.
— A gente sempre ajudou ele como pôde. Acolhi, tanto que ele morou comigo durante anos. Minha parte eu fiz. Cabe à consciência dele saber o que faz, e o que não faz.












