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Jogadora de vôlei de 20 anos morre dois meses após descobrir doença rara

Amanda Mack, atleta do Holy Cross, havia revelado em julho que enfrentava anemia aplásica severa, uma rara doença sanguínea

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Amanda Mack, jogadora de vôlei de 20 anos, morreu após descobrir anemia aplásica severa.
  • Mack se destacou na IMG Academy e foi indicada ao prêmio USA Today de Jogadora do Ano em 2022.
  • Ela passou por emergências médicas e iniciou tratamento para um transplante de medula óssea.
  • Apesar da gravidade da doença, Mack mantinha uma visão positiva e esperava pela recuperação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mack revelou diagnóstico em julho Reprodução/Instagram @amandamack2024 - 14.08.2026

A jogadora de vôlei Amanda Mack, de 20 anos, morreu na noite de quarta-feira (16), dois meses após descobrir uma rara doença sanguínea. A atleta foi diagnosticada com anemia aplásica severa, uma condição em que a medula óssea não produz células sanguíneas suficientes. A morte dela foi confirmada por meio de uma publicação nas redes sociais.

Natural da Flórida, nos Estados Unidos, Mack se destacou após estudar na IMG Academy, na Flórida, e foi indicada ao prêmio Jogadora do Ano do Esporte Escolar da USA Today em 2022.


No vôlei universitário, passou por Cincinnati, onde disputou duas partidas, e Eastern Kentucky, pelo qual atuou em 29 jogos e foi titular em 26 na última temporada. Em maio deste ano, anunciou a transferência para o Holy Cross, em Massachusetts.

Jogadora revelou diagnóstico em julho

Em julho, Mack revelou aos seguidores que havia sido diagnosticada com anemia aplásica severa. Antes de iniciar o tratamento, passou por duas cirurgias de emergência que, segundo ela, foram necessárias para salvar a vida dela. Semanas antes, a atleta acordou se sentindo mal e com uma forte dor de cabeça. Pouco depois, desmaiou e foi levada ao hospital em estado que descreveu como “crítico”.


“Minha hemoglobina estava em 4 e minhas plaquetas em 1. Eu estava em estado crítico”, escreveu Mack em 13 de julho.

Inicialmente, os médicos suspeitaram de leucemia, mas duas biópsias da medula óssea confirmaram a anemia aplásica. Segundo a Mayo Clinic, a doença faz com que a medula óssea produza menos células sanguíneas, podendo causar cansaço, infecções e sangramentos. A condição é considerada rara e grave.


Atleta mantinha esperança de voltar às quadras

Como parte do tratamento, a jogadora passaria por seis ciclos de quimioterapia e uma sessão de radiação corporal completa antes do transplante de medula óssea. Amanda foi internada no Tampa General Hospital em 11 de agosto e seguia confiante no transplante e na possibilidade de voltar às quadras.

“Depois que eu for transplantada, as células doadoras começarão a reconstruir meu sistema imunológico. Vai levar vários meses para voltar a ser como estava antes, porém, vou voltar melhor do que nunca!”, disse.


Mack também pretendia continuar compartilhando nas redes sociais atualizações sobre o tratamento e a recuperação, como costumava fazer.

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