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Governo argentino multa Boca Juniors por danos a trens

Mais Esportes|Do R7

Buenos Aires, 22 dez (EFE).- O governo argentino condenou nesta segunda-feira o Boca Juniors a pagar 443.474 pesos (R$ 137.565,64) pelos danos ocasionados por torcedores do clube em trens urbanos no último dia 12 durante uma festa do clube. Segundo um comunicado da presidência argentina, o Ministério de Transporte puniu a equipe 'xeneize' pelos estragos feitos por barras bravas durante os festejos do Dia Internacional do Torcedor do Boca em composições do trem Sarmiento, que conecta a capital e a província de Buenos Aires. "Boca, como organizador da jornada, deverá responder economicamente pelo sucedido, já que este grupo de vândalos quebrou duas formações: uma especial que destinamos exclusivamente ao deslocamento de torcedores de futebol, e outra zero quilômetros (nova) que circulava em sentido contrário e foi apedrejada" afirmou o ministro de Transporte, Florencio Randazzo, de acordo com a nota. No último dia 12, o Boca organizou uma festa em La Bombonera para homenagear sua torcida com um espetáculo que incluiu atuações de bandas de rock e fogos de artifício. "Não vamos permitir que estes atos fiquem impunes", destacou Randazzo, que lembrou que as ferrovias danificadas "são produto do esforço de todos os argentinos". "Entre outras coisas, este grupo de vândalos quebrou 19 guichês laterais, 20 artefatos de iluminação, 3 indicadores de destinos; 2 telas de LED; destruíram 4 assentos e danificaram outros 15; e roubaram 40 metros de mangueiras, além dos danos ao parabrisas da composição chinesa zero quilômetros que circulava em sentido contrário e foi apedrejada", detalhou o ministro. Além disso, Randazzo afirmou que foram abertos procedimentos judiciais para determinar as responsabilidades dos autores dos fatos. As composições novas do trem Sarmiento foram apresentadas neste ano como conquista da gestão do governo de Cristina Kirchner, dentro do plano para renovar a rede ferroviária argentina, que nos últimos anos sofreu graves acidentes, incluindo um em 2012 que deixou 50 mortos. EFE ngp/dr

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