Gabriel se destaca e Renato Augusto e Gil se firmam na seleção brasileira
Mais Esportes|Do R7
A participação da seleção brasileira na Copa América Centenário deixou uma herança reduzida para a disputa das Eliminatórias da Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Individualmente, poucos se sobressaíram. O atacante Gabriel foi um dos poucos com saldo positivo. Saiu como titular depois de ganhar a posição de Jonas - no início do torneio seria apenas observado para o time olímpico. Apesar de ter dificuldades para jogar como centroavante, o santista é nome certo para ser o parceiro de Neymar.
Mesmo jogando na China, Renato Augusto e Gil se firmaram, principalmente o primeiro que mostrou versatilidade para armar e marcar. Artilheiro da seleção na Copa América, Philippe Coutinho teve sequência de boas partidas, fez três gols sobre o Haiti e ganhou confiança.
Dunga adotou uma posição mais ofensiva (Elias e Renato Augusto como volantes e Lucas Lima como armador clássico). A formação é parecida com aquela utilizada pela seleção para buscar o empate em 2 a 2 com o Paraguai, nas Eliminatórias, em março. Embora a equipe tenha atuado mal na derrota para o Peru, principalmente no segundo tempo, esta formação pode indicar um caminho tático. A seleção finalmente adota marcadores com habilidade suficiente para criar jogadas.
A observação dos jogadores olímpicos, como Rodrigo Caio, Fabinho e Douglas Santos, foi feita principalmente contra o Panamá. No restante do torneio, não atuaram. O goleiro Ederson, uma certeza até o início da Copa América, foi cortado por lesão e não foi observado. Como o Benfica afirma que não vai liberar seus atletas, o dono da camisa 1 está indefinido. Marquinhos, este sim, está confirmado como um dos pilares da defesa. Ele próprio afirmou que já pediu - e conseguiu - dispensa do Paris Saint-Germain para atuar no Rio de Janeiro.












