Federação chilena repudia invasão no Maracanã e estuda punir torcedores
Mais Esportes|Do R7
Por Luis Ampuero
BELO HORIZONTE (Reuters) - O presidente da Associação Nacional de Futebol Profissional do Chile, Sergio Jadue, condenou nesta quinta-feira os episódios de violência protagonizados por torcedores chilenos pouco antes do começo da partida contra a Espanha, vencida por 2 x 0, e afirmou que a entidade buscará tomar medidas.
Cerca de 200 torcedores invadiram o centro de mídia do Maracanã e destruíram algumas instalações.
"Foi lamentável... o que aconteceu não deve acontecer nunca mais. Mancha a imagem (da vitória sobre a Espanha), é uma situação que condenamos e não aceitamos como federação do Chile", disse Jadue a jornalistas.
O dirigente destacou que a federação buscará algum mecanismo para que os torcedores identificados não possam entrar nos estádios do Chile.
Ele acrescentou que o técnico argentino Jorge Sampaoli comprometeu-se a dirigir a seleção pelo menos até a Copa América de 2015, na qual buscará vencer o título pela primeira vez na história.
"Temos um contrato com Jorge Sampaoli que vai até o término das eliminatórias, mirando o Mundial da Rússia de 2018, e pelo menos até a Copa América de 2015 o compromisso é que ele seja mantido no comando da seleção", afirmou.
Jadue também mostrou-se entusiasmado com a possibilidade de que o Chile fique na liderança do Grupo B após partida na segunda-feira contra a Holanda.
A grande atuação do Chile na vitória por 2 x 0 contra a Espanha animou o presidente da entidade, que vê um futuro de glória para o futebol chileno.





