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Favorito no Rio Open, Thiem diz que 'ninguém pode planejar ser número 1 do mundo'

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Número 8 do mundo aos 23 anos, o austríaco Dominic Thiem é um dos talentos da nova geração do tênis mundial. Em 2016 mostrou evolução, despontou no Top 10 do ranking ao alcançar a semifinal de Roland Garros e sustentou a opinião de especialistas que apostam nele como futuro número 1 do mundo.

O jovem é dono de sete títulos na carreira, sendo três em 2015 e quatro na última temporada. Thiem mostrou versatilidade ao brilhar em diferentes superfícies no ano passado - Buenos Aires e Nice (saibro), Acapulco (quadra dura) e Stuttgart (grama) -, surpreendeu ídolos do esporte, como o suíço Roger Federer e o espanhol Rafael Nadal, e disputou o ATP Finals - torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada - pela primeira vez.


Depois de ter alcançado a semifinal na última edição do Rio Open, Dominic Thiem volta ao Brasil em busca do título inédito do torneio, que será disputado entre 20 e 26 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, o tenista fala sobre os seus objetivos para 2017 e freia a expectativa: "Ninguém pode planejar ser o futuro número 1 do mundo".

Você tem um calendário apertado no início do ano, mas escolheu voltar ao Rio Open. O que está por trás dessa decisão?


No ano passado, joguei muito bem no Rio e depois também fiz um bom torneio em Acapulco, gostei muito e resolvi voltar.

Quais são suas impressões do evento no Brasil?


Foi um ótimo torneio, só faltou um pouco de sorte com o tempo no ano passado. Me lembro de ter jogado à noite, sempre estava cheio e com uma ótima atmosfera. Estou feliz em voltar em breve.

No ano passado, você não teve tempo de conhecer a cidade. Aonde gostaria de ir?


Não fui a lugar algum porque cheguei tarde e logo após minha derrota fui para o torneio seguinte. Adoraria visitar Copacabana e o Maracanã.

No ano passado, você chegou à semifinal de Roland Garros, entrou no Top 10 e jogou o ATP Finals pela primeira vez. Quais são seus objetivos para 2017?

O último ano foi muito bom, vai ser difícil repetir. Ano passado, Rafa (Nadal) não estava no topo, Roger (Federer) deixou a temporada mais cedo, esses dois caras são grandes e alguns jovens tenistas que jogaram muito bem entraram no Top 10. Então, acho que meu objetivo é ter uma posição similar no ranking ao posto alcançado no ano passado.

Muitas pessoas consideram que você será número 1 do mundo no futuro. Isso lhe coloca pressão ou o faz querer atingir esse objetivo?

Acho que ninguém pode planejar ser o futuro número 1 do mundo. Desde o início do ranking (1973) acho que foram 26 líderes na história, um número bem pequeno, ninguém pode jamais planejar atingir esse objetivo.

Você joga na era que todo mundo diz ser a melhor, com o Big Four (Djokovic, Federer, Nadal e Murray). Como é enfrentar e também estar próximo desses tenistas?

Os primeiros jogos contra eles foram muito estranhos porque é claro que eu os conhecia da televisão, desde muito jovem. Agora eu me acostumei, os quatro são ótimas pessoas, ótimos jogadores e acho que todos nós somos sortudos de jogar contra eles.

O que você sabe sobre o Gustavo Kuerten?

Eu o vi jogar, claro que me lembro dos seus títulos em Roland Garros. É um jogador único, um cara que todo mundo amou e ainda ama, os fãs o admiram. Infelizmente eu o encontrei apenas por cinco minutos no ano passado, no Rio. Ele parece ser uma pessoa muito legal.

Planeja jogar bastante na chave de duplas também esse ano?

Vou jogar duplas um pouco menos do que no ano passado, acho que não vou jogar nos Grand Slams, talvez seja demais para mim. Mas jogar duplas como um cara como o Kei (Nishikori) é muito divertido, é um bom treino para simples e, com certeza, vou jogar duplas em alguns torneios novamente.

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