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Estádio de Porto Alegre tem acerto para estruturas temporárias antes da visita de Dilma

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Por Tatiana Ramil

FLORIANÓPOLIS, 20 Fev (Reuters) - O governo do Estado do Rio Grande do Sul, a Prefeitura de Porto Alegre e o Internacional acertaram na quarta-feira uma solução para viabilizar as estruturas complementares para a Copa do Mundo deste ano, informou a Fifa nesta quinta-feira.


"Essa solução envolve duas medidas: um projeto de lei que possibilita a captação de recursos privados e a mobilização de estruturas permanentes que sirvam a políticas públicas da cidade e do Estado", disse a entidade que controla o futebol mundial em seu site.

As instalações temporárias são consideradas fundamentais para o torneio, com estruturas para imprensa, tecnologia e segurança, mas tem ocorrido disputas para determinar quem vai arcar com os custos, por volta de 40 milhões de reais em cada sede.


As cidades-sede se comprometeram com o Comitê Organizador Local (COL) a pagar por estas estruturas, mas em alguns locais clubes e governos estadual e municipal divergem sobre as responsabilidades sobre o pagamento.

Na semana passada, o Internacional, dono do Beira-Rio, estádio gaúcho para o Mundial, disse que não iria pagar e, após uma reunião na segunda-feira, o clube, o governo do Estado e a prefeitura se comprometeram a apresentar uma solução até esta quinta-feira, dia da inauguração da arena, com a presença da presidente Dilma Rousseff.


O Beira-Rio teve seu primeiro jogo desde a conclusão da reforma no último fim de semana, em jogo do Inter pelo Campeonato Gaúcho, mas a reinauguração oficial do estádio será no início de abril.

Após a conclusão das obras no Beira-Rio, restam quatro dos 12 estádios a serem entregues para o Mundial, que começa em 12 de junho.

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