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Em clima de revanche, Barcelona encara ambicioso Sevilla na Supercopa da Uefa

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Barcelona/Sevilha, 10 ago (EFE).- Em busca de um recorde e vingança, o Barcelona enfrentará um Sevilla colecionador de títulos nos últimos anos em um duelo espanhol elevado a dimensões continentais na decisão da Supercopa da Uefa nesta terça-feira, em Tbilisi, capital da Geórgia. Para o clube catalão, a partida pode ser considerada uma revanche de 2006, quando foi derrotado com facilidade por 3 a 0 pelos adversários. Na época, as equipes disputavam o título com os mesmos papéis atuais: o Barça com o título da Liga dos Campeões na bagagem e o Sevilla após a conquista da Liga Europa. A equipe de Sevilha busca se firmar em um alto patamar construído ao longo dos últimos nove anos. Desde 2006, o clube faturou quatro títulos da Liga Europa e uma Supercopa, apesar de não oferecer muita combatividade na briga pelo Campeonato Espanhol. Uma vitória do Barça nesta terça-feira representaria, além da quinta taça da competição para o clube, o 19º título internacional, superando Real Madrid, Milan e Boca Juniors, todos empatados 18 troféus atualmente. Ciente da importância desta nova final, o técnico do Barcelona, Luis Enrique, levou o elenco completo à Geórgia, com a exceção de Neymar, que ficará duas semanas afastado dos gramados após ser diagnosticado com caxumba. O brasileiro não será o único desfalque na equipe catalã, que também não poderá contar com o lateral-esquerdo Jordi Alba devido a uma lesão muscular sofrida durante o amistoso contra o Roma na semana passada. Para preencher os espaços, o técnico deverá escalar Pedro no lugar de Neymar, para compor o trio de ataque com Lionel Messi e Luis Suárez, e entrar com Mathieu na lateral-esquerda. O restante da lista de titulares será de praxe. No gol, Ter Stegen ficará com a vaga de Claudio Bravo, que acaba de começar a pré-temporada. Após a renovação, Daniel Alves continua como dono da lateral-direita, e a dupla de zaga será formada por Piqué e Mascherano. No meio, Sergio Busquets, Rakitic e Iniesta ficarão responsáveis pela contenção e saída de bola, enquanto Messi, Suárez e Pedro se encarregarão do ataque. Luis Enrique também não poderá contar com o lateral-direito Douglas, lesionado, nem com as duas contratações desta temporada, os Aleix Vidal e Arda Turan, que não podem jogar até 1º de janeiro de 2016 por causa sanção da Fifa que impede o clube que escalar reforços. Os desfalques também afetaram o elenco do Sevilla, que irá a campo sem o zagueiro português Daniel Carriço e o meia francês Steven N'Zonzi. Não sobrou nenhum campeão de 2006 na equipe deste ano, mas o clube ainda conta com nove jogadores que conquistaram as duas últimas edições da Liga Europa de forma consecutiva. Com oito contratações para esta temporada, o Sevilla chega ao confronto um ano depois de perder para o Real Madrid por 2 a 0 na decisão do mesmo título. O técnico Unai Emery enfrenta sérios problemas na defesa com o desfalque por lesão do lusitano Carriço, a lenta recuperação do argentino Pareja e a dúvida em relação aos zagueiros franceses Timotheé Kolodziejczak e Adil Rami, após vários dias sem treinar por uma gastroenterite causada por salmonella, o que tirou N'Zonzi do jogo. As solução para o jogo deverá ser alinhar o volante Grzegorz Krychowiak com Rami, o mais recuperado dos afetados pela gastroenterite, ou passar o lateral-direito Coke para a zaga; com Iborra e Krohn-Dehli possivelmente no meio; Banega no trio ofensivo com Konoplyanka e Vitolo; e Kevin Gameiro na frente. Esta será a 41ª edição da Supercopa da Uefa e a terceira entre equipes espanholas. Depois de 2006, quando o Sevilla venceu o Barcelona por 3 a 0, a equipe não conseguiu repetir o feito e perdeu para o Real Madrid por 2 a 0 em 2015. Prováveis formações:. Barcelona: Ter Stegen; Daniel Alves, Piqué, Mascherano e Mathieu; Busquets, Rakitic e Iniesta; Messi, Pedro e Luis Suárez. Técnico: Luis Enrique. Sevilla: Sergio Rico; Mariano Ferreira, Rami (Coke), Krychowiak e Trémoulinas; Krohn-Deli, Iborra, Vitolo e Éver Banega; Konoplyanka; Gameiro. Árbitro: William Collum (Escócia), auxiliado pelo compatriota Francis Connor e pelo irlandês Damien McGraith. Estádio: Boris Paichadze Dinamo Arena, em Tbilisi (Geórgia). EFE gmh/vnm/id

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