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Em 2016, Paulo Nobre ajuda Palmeiras com construção de hotel e paga Guedes e Mina

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Mesmo com o Palmeiras equilibrado financeiramente neste ano, o presidente Paulo Nobre continuou a ajudar nas contratações com dinheiro do próprio bolso. Ele emprestou mais R$ 14,5 milhões para as contratações do atacante Róger Guedes e do zagueiro colombiano Yerry Mina, mas, neste caso, o retorno financeiro terá que ser negociável.

O Palmeiras pagou ao Criciúma R$ 2,5 milhões por 25% dos direitos econômicos de Róger Guedes e R$ 12 milhões ao Independiente Santa Fe por Mina. Como a lei sobre direitos dos atletas alterou, Paulo Nobre não poderia abater a dívida e ficar com o "passe" dos atletas, pois apenas clubes têm esse direito agora.


Assim, ficou acordado que ele negociará com o presidente da época em que os dois forem vendidos. Informalmente, foi acertado que Paulo Nobre apenas receberá o que foi investido e o lucro ficará para o Palmeiras, mas isso pode ser alterado.

Caso ambos sejam vendidos na gestão de Maurício Galiotte, atual vice-presidente e candidato único ao pleito, a tendência é que o acordo seja mantido. Mas, se a oposição estiver no poder, Paulo Nobre pode ter maiores dificuldades em receber o valor.


Em meio a tantos empréstimos e negociações, o presidente decidiu dar um presente ao clube antes de deixar o cargo: um hotel, que está sendo construído na Academia de Futebol. A Ambev iniciou a obra, a Crefisa continuou, mas ambas empresas decidiram não investir mais no projeto.

Assim, Paulo Nobre decidiu tirar do bolso mais R$ 5 milhões para completar a construção, sem cobrar qualquer coisa do clube. A previsão é que até o final do ano o hotel, que servirá como local de concentração para os atletas, esteja pronto e o clube possa utilizá-lo na pré-temporada de 2017.

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