Cerimônia de despedida a Oscar Schmidt será restrita aos familiares
Lenda do basquete brasileiro morreu nesta sexta (17), aos 68 anos, em decorrência de uma parada cardiorrespiratória
Mais Esportes|Do R7, com RECORD NEWS
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A cerimônia de despedida do jogador de basquete Oscar Schmidt, lenda do esporte brasileiro, será restrita aos familiares. O ex-atleta morreu na tarde desta sexta-feira (17).
“Em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento. Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto“, informou a assessoria de Oscar, em nota.
Oscar Schmidt morreu em decorrência de uma parada cardiorrespiratória na tarde de ontem. Ele havia sido encaminhado a um hospital de Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal em casa, porém, não resistiu.
Ele tinha 68 anos e deixa a mulher, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Stephanie.
A família do atleta destacou a trajetória do “Mão Santa” dentro e fora das quadras. Segundo maior pontuador da história do basquete, Oscar também detém o recorde de maior pontuador dos Jogos Olímpicos, e passou os últimos 15 anos de sua vida em luta contra um câncer no cérebro.
Trajetória da lenda do basquete brasileiro
Oscar Schmidt foi um dos maiores jogadores de basquete do Brasil e do mundo de todos os tempos. Ele estava aposentado das quadras há mais de 20 anos.
O atleta deixou um legado para a história do esporte mundial. Ele construiu uma longa carreira por 29 anos, desde que iniciou no juvenil do Palmeiras, aos 14 anos.
A maior delas foi a vitória sobre os Estados Unidos, na casa do até então imbatível adversário, em Indianápolis, em 1987, quando ele foi o destaque naquele jogo que deu o título pan-americano à seleção brasileira.
Incluído no Hall da Fama da Fiba (Federação Internacional de Basquetebol), Oscar jogou cinco Olimpíadas (1980, 84, 88, 92 e 96), tendo sido recordista em participações no basquete masculino, ao lado do porto-riquenho Teófilo Cruz e do australiano Andrew Gaze.
Oscar foi também o jogador com mais pontos na história do basquete, com 49.737 pontos, dos quais 42.042 foram pelos clubes em que atuou e 7.695, pela seleção brasileira, a equipe na qual ele mais gostava e tinha orgulho de jogar.
Após o fim da carreira, ele atuou como empresário e palestrante. Filho de militar, Oscar costumava dizer que as coisas fundamentais de sua vida eram a família, a religião e o país. Para o cestinha, foram os seus três pontos mais importantes.
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