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BRASILEIRO 2022

Conterrâneo divide tempo entre obras e treinos e revela que idade atrapalha entrada no UFC

Depois de bater gigante do Pride, peso-pesado retorna ao MMA diante de João Isidoro

Mais Esportes|Diego Ribas, do R7

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Conterrâneo conta com 18 vitórias e sete derrotas na carreira
Conterrâneo conta com 18 vitórias e sete derrotas na carreira

Depois de sete anos e 25 lutas como profissional de MMA, o peso-pesado Edson ‘Conterrâneo’ segue como figurinha carimbada do cenário nacional. Com compromisso marcado para o próximo dia 29 de novembro, no ginásio do Ibirapuera no SFT 2, o atleta revela que não sabe mais o que precisa fazer para entrar no UFC.

No entanto, do alto dos seus 135 kg, o lutador, que divide tempo com as obras de sua empreiteira, arrisca que os 38 anos, idade considerada avançada para um competidor, faz com que empresários e torneios internacionais não “botem fé” em sua habilidades.


— Eu era o número um do peso, depois caí e voltei. Mas, no meu caso, acho que não estão botando fé porque eu estou com 38 anos. Fiz uma baita luta com o Caião no Jungle, e depois venci o Bob Sapp em 35 segundos. Luto no SFT e depois volto pro Jungle, em dezembro. Estou me divertindo.

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Recusado nas seletivas para a terceira temporada do TUF Brasil, Conterrâneo, que, aos risos, revela que já havia batido em todos com quem encontrou nos testes, não abre de lidar de perto com os trabalhos de sua empresa de obras, na cidade de Itu.


Apesar da correria entre os treinos e as paredes erguidas, que de acordo com suas contas o impede de almoçar alguns dias, o veterano garante que faz por que gosta, principalmente por ganhar muito mais longe dos ringues.

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Tanto que para manter a renda em alta e a disposição para trocar socos na academia, Conterrâneo garante que precisa acompanhar “sujo de cimento” cada uma das etapas mais partes mais importantes das construções.

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— Estou feliz, e ganhando meu dinheiro. Se não for para o UFC, tudo bem. Sou empreiteiro, tenho 60 funcionários e cuido de dez obras. Na hora de concretar, demarcar terreno, nivelar e encher laje eu estou dentro. Já viramos 18 caminhões hoje, estou cheio de cimento [risos]. Não do vacilo, por isso não falta obra.

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