Conmebol lamenta morte do "protagonista extraordinário" do Maracanazo
Mais Esportes|Do R7
Assunção, 16 jul (EFE).- A Conmebol lamentou nesta quinta-feira a morte do ex-jogador uruguaio Alcides Ghiggia, carrasco do Brasil e último remanescente do Maracanazo, durante o evento de gala do sorteio da Copa Sul-Americana. O presidente da Conmebol, Juan Ángel Napout, pediu um aplauso especial aos participantes do evento para o "último herói da final da Copa do Mundo de 1950", exatamente no dia em que a vitória do Uruguai sobre o Brasil por 2 a 1 completa 65 anos. "Morreu no mesmo dia em que ganhou a Copa, 65 anos atrás. Peço aplausos para ele e todos os jogadores sul-americanos mortos", disse Napout. "Ghiggia foi o protagonista extraordinário daquela memorável partida da final do Mundial de 1950 contra o Brasil, o anfitrião. Foi o autor do gol que consagrou a seleção uruguaia em pleno Maracanã", destacou a Conmebol em comunicado. "A vitória do Uruguai é uma das mais memoráveis na história do futebol mundial", conclui a nota oficial da entidade. Ghiggia foi o principal jogador da 'Celeste' no Mundial de 1950. Foram seis jogos e quatro gols, incluindo o do título. O histórico gol ocorreu aos 34 minutos do segundo tempo e assinalou a vitória uruguaia para a tristeza dos mais de 200 mil brasileiros que lotaram o Maracanã. EFE sct/lvl





