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Colômbia vai ao Pan com esperança de ouro recaindo sobre duas mulheres

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Marisol Larrahondo B. Bogotá, 7 jul (EFE).- A Colômbia participará dos próximos Jogos Pan-Americanos, em Toronto, com uma delegação que deposita as maiores esperanças de medalha de ouro em campeãs olímpicas e mundiais como a saltadora Caterine Ibargüen e a ciclista do BMX Mariana Pajón. Os constantes triunfos de ambas nos últimos anos em suas modalidades e o bom nível mostrado contra as adversárias, em diferentes campeonatos, as colocam como referências mundiais e atrações no evento poliesportivo. Ibargüen, que se tornou imbatível no salto triplo, tanto na Liga Diamante, como em outros campeonatos de atletismo, espera manter o bom desempenho no Canadá de olho nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, a única competição que ainda não conquistou. "Nesta temporada tenho três objetivos, ganhar o Mundial de Pequim, em agosto, as etapas que faltam da Liga de Diamante e os Jogos Pan-Americanos de Toronto", disse a atleta no início do ano. Pajón, medalha de ouro nos Jogos de Londres e quatro vezes campeã mundial de BMX, em diferentes categoria, chega ao Canadá com o único objetivo de somar mais um ouro aos tantos que já faturou na carreira. Ibargüen e Pajón não são as únicas esperanças de ouro entre as mulheres para a Colômbia no Pan, competição em que o país também chega forte com a lutadora Jacqueline Rentería, bronze nos Jogos de Pequim e de Londres. Quem também pode brilhar é a judoca Yuri Alvear, bronze nos Jogos de Londres e que recentemente conquistou a medalha de prata na categoria de 70 quilos no Masters de Judô, que foi disputado no Marrocos. "Temos expectativas muito altas porque contaremos com atletas como Catherine Ibargüen, Mariana Pajón e Yuri Alvear, que vêm com um altíssimo nível no ano, por isso esperamos que nossas principais atletas, principalmente as medalhistas olímpicas, estejam boa forma para Jogos Pan-Americanos", disse o chefe da delegação colombiana, Rafael Lloreda. A Colômbia contará com a participação de 296 atletas para esta edição do Pan, superando os 265 que competiram em Guadalajara, no México, em 2011. O objetivo do país é superar o sexto lugar de Guadalajara, quando somou 24 medalhas de ouro, 25 de prata e 35 de bronze, um total de 84. "A ideia é superar o de Guadalajara, por isso penso que podemos ficar com 25 medalhas de ouro, umas 30 de prata, e cerca de 50 bronzes, para uma estimativa total de 105 medalhas. Isso significaria superar o que conseguimos há quatro anos", acrescentou Lloreda. Segundo o presidente do Comitê Olímpico Colombiano, Baltazar Medina, espera-se que esportes como atletismo, ciclismo, ginástica, judô, luta, patinação e levantamento de peso sejam as maiores chances do país na competição. O atletismo será o esporte com mais representantes colombianos, 34, seguido pelo ciclismo, que terá 24 participantes entre as diferentes modalidades. Uma das esperanças de medalha da Colômbia entre os homens é o ginasta Jossimar Calvo, que recentemente conquistou dois ouros nas provas de barras paralelas e cavalo com alças na Copa do Mundo disputada em Portugal. Também se destacam na delegação os ciclistas Fabián Puerta e Fernando Gaviria, a golfista María José Uribe, os levantadores de peso Leidy Solís, Luis Javier Mosquera e Óscar Figueroa, assim como Miguel Ángel Rodríguez, no squash, entre outros. Este último, quarto no ranking mundial de squash, foi escolhido para ser porta-bandeira da delegação colombiana na inauguração dos Jogos Pan-Americanos, na sexta-feira. EFE mlb/vnm/bg

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