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COI lamenta 'trágica' morte de onça utilizada no revezamento da tocha

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O Comitê Olímpico Internacional (COI) qualificou como "trágica" a morte da onça-pintada usada durante a passagem da tocha olímpica por Manaus, no começo desta semana. O caso gerou comoção nas redes sociais e levou o Comitê Organizador da Olimpíada a proibir o uso de animais durante o revezamento da tocha.

"É com grande tristeza que soubemos desse trágico evento", disse o COI por meio de seu departamento de imprensa, sem dar qualquer detalhe sobre recomendações ou comentar sobre a decisão de não utilizar mais os animais.


Na última segunda-feira, a tocha olímpica visitou o Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), em Manaus. Em determinado momento do revezamento, os condutores pousaram ao lado de duas onças-pintadas, mascotes da corporação. Ambas estavam acorrentadas.

Após o evento, um das onças que estava sendo deslocada no zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva quando fugiu. Ela era acompanhada por veterinários e tratadores e, na tentativa de conter o animal, quatro tiros de tranquilizantes foram disparados. Mesmo após ser atingida por dois dardos, Juma continuou investindo contra um militar. Como procedimento de segurança pela integridade física do cuidador, o felino recebeu um tiro de pistola e morreu.

Alguns animais estiveram presentes no revezamento da tocha, como cavalos, bois, tartarugas e até um boto, e nenhum problema ocorreu. Estava previsto ainda o contato com um jacaré no Pantanal, araras e outras aves, e peixes. Mas isso mudou após o trágico incidente.

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