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Classificação para Copa é apenas o primeiro teste dos EUA de Klinsmann

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Por Simon Evans

COLUMBUS, Ohio, 11 Set (Reuters) - Os Estados Unidos comemoraram a classificação para a Copa do Mundo de 2014 com uma vitória por 2 x 0 sobre o México na terça-feira, mas o verdadeiro teste da equipe comandada por Juergen Klinsmann será somente na competição a ser realizada no Brasil.


Apesar da celebração com champagne e camisas com a frase "classificado" no Crew Stadium, um dos líderes da equipe foi rápido em chamar atenção para os verdadeiros desafios que a equipe tem pela frente.

"Vocês estão felizes. Vocês vão aproveitar. As pessoas vão tomar umas cervejas e coisas desse tipo, mas o objetivo é ir bem no Brasil", disse o atacante Clint Dempsey.


Os dias em que os norte-americanos ficavam satisfeitos apenas em assegurar uma vaga no Mundial estão no passado, e o crescimento do esporte nos Estados Unidos aumenta a pressão sobre a seleção.

"Você quer se classificar para a Copa do Mundo e quer ir bem", disse Dempsey.


"Eu joguei duas Copas do Mundo. Numa eu não passei da fase de grupos e na outra nós ganhamos o grupo mas perdemos no jogo seguinte. Seria bom fazer algo especial em uma Copa do Mundo."

Os EUA ficaram sem jogar Copas do Mundo entre 1954 e 1986, mas estiveram presentes em todas as edições desde 1990. A melhor campanha aconteceu em 2002, quando o time chegou às quartas de final no Mundial da Coreia do Sul e Japão.


Na África do Sul em 2010, sob comando do antecessor de Klinsmann, Bob Bradley, a seleção norte-americana foi derrotada nas oitavas de final por Gana.

Desde que assumiu a seleção em 2001, o ex-técnico da Alemanha Klinsmann tem feito várias mudanças no método de trabalho da equipe, incluindo treinamentos mais longos, foco na nutrição e a busca por jogadores norte-americanos espalhados pelo mundo.

A grande dúvida é saber se todas as mudanças vão surtir efeito no Brasil em 2014. Klinsmann acredita que o time ao menos já está incorporando sua forma de jogar.

"Passo a passo estamos chegando mais perto de impor o jogo ao adversário. Não estamos ficando atrás e reagindo ao que acontece, queremos jogar no campo deles", disse.

"Fizemos um grande progresso em termos de variações táticas, em termos de comprometimento tanto defensivamente como ofensivamente."

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