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Atleta islandês nascido no Irã é barrado nos EUA para competição de tae kwon do

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A polêmica por causa de uma decisão do presidente Donald Trump de vetar a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de sete países chegou ao esporte. Na noite de segunda-feira, o islandês Meisam Rafiei, que nasceu no Irã, afirmou em seu Facebook ter sido barrado no aeroporto quando embarcava para a cidade de Las Vegas, que receberá o US Open de tae kwon do, entre os dias 1.º e 4 de fevereiro.

O Irã é um dos sete países na lista de Donald Trump. Os outros são: Iêmen, Iraque, Líbia, Síria, Somália e Sudão. Meisam Rafiei reclamou muito, já que vai defender a Islândia na competição.


"Estava a caminho do US Open para competir pela Islândia com o meu passaporte islandês e fui barrado porque nasci no Irã", postou Rafiei em suas redes sociais.

O caso surgiu horas depois de o Comitê Olímpico dos Estados Unidos (USOC, na sigla em inglês) afirmar em nota que está trabalhando junto ao Departamento de Estado para ajudar atletas a competirem no país apesar da ordem executiva de Donald Trump.

"Reconhecendo o extraordinário poder do esporte internacional para unir as pessoas em uma celebração pacífica de amizade, excelência e respeito, o Governo dos Estados Unidos nos informou hoje (segunda-feira) que vai trabalhar conosco para garantir que atletas e oficiais de todos os países tenham acesso aos Estados Unidos para participar de competições internacionais", informou a nota assinada por Larry Probst e Scott Blackmun, respectivamente presidente e CEO do USOC.

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