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Atleta do Irã é banido do esporte após cumprimentar adversário de Israel

País persa possui uma política que proíbe esportistas do país de competirem contra israelenses; banimento foi criticado

Mais Esportes|Do R7

Os atletas do Irã e de Israel dividiram o pódio no Mundial
Os atletas do Irã e de Israel dividiram o pódio no Mundial Os atletas do Irã e de Israel dividiram o pódio no Mundial

O halterofilista Mostafa Rajai foi "banido pela vida" da federação do esporte do Irã. O alteta competia no Campeonato Mundial Masters na Polônia e, depois de conquistar a segunda colocação, cumprimentou o adversário de Israel, Maksim Svirsky.

"A Federação de Halterofilismo condena veementemente a ação do veterano levantador de peso da equipe iraniana durante o Campeonato Mundial de Veteranos, o que vai contra os ideais da República Islâmica do Irã", emitiu em comunicado a entidade.

Enquanto o atleta foi banido de todos os esportes do país e impedido de entrar nas instalações esportivas, o chefe da delegação no torneio, Hamid Salehinia, foi demitido e o Comitê de Levantadores de Peso foi dissolvido. O grupo foi chamado "malfeitores" pela federação.

"A Federação de Halterofilismo segue integralmente os ideais do Imam Rahel e as orientações do Líder Supremo da Revolução [Islâmica] que não reconhece o regime ilegítimo de Israel", continuava a nota.

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O boicote foi criticado pelo atleta de Israel, que afirmou que nunca pensaria que o encontro com o iraniano "teria consequências tão abrangentes", segundo o jornal israelense "Ynet". "É simplesmente estúpido. É uma pena que a política seja trazida para o esporte. Eu não deveria ter subido ao pódio e apertado a mão dele? Esta é a coisa básica a fazer. Apertei a mão do vencedor austríaco e também de Rajaei, que ficou em segundo lugar", completou.

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O Irã possui uma política que proíbe os atletas persas enfrentem israelenses em competições esportivos. Em 2022, o lutador iraniano Amir Yazdani teve seu peso aumentado de propósito pelos treinadores, para que ele fosse desclassificado e não precisasse competir contra um atleta nascido em Israel.

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O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, disse em 2021 que os atletas deveriam seguir com o boicote contra Israel, por mais que isso os custassem medalhas ou fossem disciplinados por organizações internacionais.

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