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Apesar das recomendações, atletas de rúgbi não têm medo do vírus zika no Brasil

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As atletas estrangeiras que vieram participar da 2ª Etapa do Circuito Mundial de Rugby Sevens não se mostraram preocupadas com a polêmica sobre o vírus zika no Brasil. A World Rugby, entidade que comanda o esporte no mundo, até divulgou um comunicado alertando para os possíveis riscos e recomendando precauções, mas as jogadoras garantem estar bem tranquilas no Brasil.

"Recebemos todos tipos de informações do Comitê Olímpico Neozelandês, que tem monitorado a situação de perto. Falaram que o risco é mínimo e não estamos preocupadas", explicou Sarah Goss, capitã da Nova Zelândia. Entre as recomendações, está o uso de mangas compridas, mas ela avisa que não vai adotar a medida. "É muito quente para fazer isso. Não precisa."


A recomendação pede o uso de camisas e mangas compridas inclusive nos jogos (houve uma permissão especial para fazer isso na competição em Barueri), usar calçado fechado, repelentes e até mosquiteiros na hora de dormir. "Nós estamos bem confortáveis com cremes e sprays contra insetos. Fizemos atividades ao ar livre aqui no Brasil e não tivemos nenhum tipo de problema. Se tivéssemos alguma preocupação, não viríamos", explicou Shannon Parry, capitã da Austrália.

A competição será realizada neste fim de semana na Arena Barueri. São 12 seleções na disputa e o Brasil está no Grupo C, ao lado de Inglaterra, França e Japão. "É um teste e uma preparação para a Olimpíada. Algumas seleções estão com força máxima e outras estão testando atletas ou escondendo um pouco o jogo", comentou Beatriz Futuro, a Baby, uma das mais experientes jogadoras do Brasil.

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