Alto valor pago na contratação pesa para Palmeiras segurar Borja
Mais Esportes|Do R7
A quantia de aproximadamente R$ 33 milhões ainda vive na cabeça da diretoria do Palmeiras. O valor pago para tirar Borja do Atlético Nacional, da Colômbia, em fevereiro, leva o clube a impor condições elevadas e, assim, se tornar mais propenso a recusar investidas feitas pelo atacante, como as realizadas por clubes europeus na última quinta-feira.
O departamento de futebol rechaçou ofertas oficiais enviadas por times da Inglaterra, Espanha e Portugal pois entendeu que além de Borja ter potencial para render mais no Palmeiras futuramente, os valores estão abaixo do mínimo esperado, mesmo vindos de times da Europa. A maior contratação do clube no ano foi bancada pela patrocinadora Crefisa e não sairá facilmente.
Nesta janela de transferências, outra hipótese levantada nos bastidores foi a de ceder Borja por empréstimo para algum clube europeu para o atacante ter mais chance de atuar e mostrar serviço para a seleção colombiana às vésperas da Copa do Mundo. Ainda assim, o Palmeiras não abriria mão de receber uma compensação financeira em razão do alto valor pago para contratar o colombiano.
O Palmeiras comprou 80% dos direitos econômicos do atacante. Os outros 20% pertencem ao seu antigo clube, o modesto Cortuluá. O empresário dele, inclusive, é o presidente da equipe, Ignácio Martán. Borja já teve passagem pelo futebol europeu em 2015, quando fez apenas oito jogos e nenhum gol pelo Livorno, da Itália.












