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BRASILEIRO 2022
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Alemanha oferece instalações para ucranianos que se preparam para Paris 2024

O país já acolheu e apoiou atletas sírios refugiados, durante a preparação para os Jogos Olímpicos do Rio, que aconteceram em 2016

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O presidente do COI, Thomas Bach, defendeu a presença de russos nos próximos Jogos Olímpicos
O presidente do COI, Thomas Bach, defendeu a presença de russos nos próximos Jogos Olímpicos O presidente do COI, Thomas Bach, defendeu a presença de russos nos próximos Jogos Olímpicos

A Alemanha ofereceu nesta quarta-feira (1º) instalações esportivas para que atletas ucranianos façam sua preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris, em 2024.

"A horrível guerra de agressão russa também atingiu diretamente o esporte ucraniano", lembrou a ministra do Esporte alemã, Nancy Faeser, ao afirmar que "a Alemanha mostra solidariedade" nesse aspecto.

Em torno de 220 atletas e treinadores ucranianos morreram e 320 instalações esportivas ficaram parcial ou totalmente destruídas desde o início da ofensiva russa, em fevereiro de 2022, conforme contabilizou o ministro do Esporte do país, Vadym Gutzeit, no fim de janeiro. As regiões de Donestk e Luhansk, no leste de Ucrânia, atingidas por conflitos desde 2014, foram as mais afetadas.

"Queremos dar nossa contribuição para ajudar os esportistas ucranianos em sua preparação. Vamos permitir que atletas ucranianos de alto nível treinem na Alemanha e se preparem para competições internacionais", explicou Faeser.

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Os 'Olympiastützpunkten', os centros regionais de preparação olímpica na Alemanha, estarão, portanto, abertos aos atletas da Ucrânia que treinam para os Jogos de Paris em junho de 2024.

Nas Olimpíadas de Tóquio, realizadas em 2021, a Ucrânia conquistou 19 medalhas (uma delas de ouro) e, nas Paralimpíadas, acumulou 98 (24 de ouro), tendo ficado em sexto lugar no quadro de medalhas.

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A Alemanha também já havia oferecido apoio e sua infraestrutura a atletas sírios que fugiram da guerra em seu país. Recebeu, por exemplo, a nadadora Yusra Mardini, que participou dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016 como parte da primeira equipe de refugiados organizada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

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