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África do Sul defende legalidade de pagamento de US$ 10 milhões à Fifa

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Redação Central, 3 jun (EFE).- O ministro dos Esportes da África do Sul, Fikile Mbalula, defendeu nesta quarta-feira a legalidade do pagamento de US$ 10 milhões à Fifa, supostamente para comprar votos e ser escolhida como sede da Copa do Mundo de 2010. "Não foi suborno e os fundos foram devidamente entregues a uma organização legítima", disse o titular da pasta, em entrevista coletiva. Segundo Mbalula, o governo sul-africano está aguardando "mais detalhes" da investigação que o FBI faz contra a Fifa. Foi a corporação americana que apontou a transferência, dirigida ao secretário-geral da entidade, Jérome Valcke, para posterior encaminhamento a Concacaf. O diretor-geral do Departamento de Esportes e Lazer, Alec Moemi, explicou que existe "diferença-chave" entre o pagamento de suborno e o apoio legítimo para um projeto de desenvolvimento, que foi a justificativa dada para o encaminhamento dos US$ 10 milhões. O ministro dos Esportes ainda se disse surpreso com a renúncia de Joseph Blatter da presidência da Fifa, e garantiu que o dirigente "era um bom amigo da África do Sul". Fikile Mbalula afirmou ainda que o país tem obrigação de "defender a legalidade da Copa de 2010 e a reputação da África do Sul". EFE aa/bg

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