A genialidade derrotou o trabalho, diz técnico do Irã
Mais Esportes|Do R7
Por Peter Rutherford
(Reuters) - A revelação Irã foi vencida por um momento de mágica do argentino Lionel Messi nos momentos finais de seu emocionante confronto do Grupo F da Copa do Mundo neste sábado, um jogo que o técnico Carlos Queiroz descreveu como uma batalha entre gênios e trabalhadores.
Messi, intensamente marcado durante todo o jogo no Mineirão, finalmente encontrou um espaço já nos acréscimos e chutou uma bela bola curva fora do alcance do salto desesperado do goleiro iraniano Alireza Haghighi, garantindo a vitória de 1 x 0 e a passagem às oitavas de final para a Argentina.
Embora o Irã não tenha conseguido sequer um ponto, conquistou muitos admiradores com um desempenho cheio de astúcia, postura e não pouca ousadia.
Sim, o time ficou na retranca boa parte do tempo. Sim, bloqueou Messi com dois, às vezes três marcadores. Mas quando tomou a dianteira foi direto na jugular e deu um susto na Argentina no segundo tempo, quando Ashkan Dejagah e Reza Ghoochannejhad chegaram perto de marcar gols.
Não fosse pelo inspirado goleiro argentino Sergio Romero, o Irã poderia agora estar comemorando uma das surpresas mais chocantes da história da Copa.
Vendo o jogo equilibrado em um empate sem gols, Queiroz disse ter feito pressão para vencer.
“Minha decisão nos cinco minutos finais foi colocar dois atacantes em campo, queria vencer o jogo”, declarou ele em uma coletiva de imprensa.
“Precisávamos arriscar, apostar, mas quando você tem Messi, ele pode fazer a diferença a qualquer momento.”












