Um ano sem Zagallo: CBF homenageia legado do Velho Lobo no futebol
Tetracampeão mundial morreu no dia 5 de janeiro de 2024, aos 92 anos
Lance|Do R7
O legado de Zagallo está entranhado na história do futebol brasileiro, que se faz presente até os dias de hoje. O Velho Lobo morreu há exatamente um ano, no dia 5 de janeiro de 2024, e a data virou marca no calendário do esporte. Neste domingo (5), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) celebrou a memória do ex-jogador e técnico da Seleção Brasileira, que esteve presente em quatro dos cinco títulos mundial da Amarelinha.
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- O Zagallo está na galeria dos grandes ídolos do futebol brasileiro. A data marcante nos faz lembrar de todas as façanhas do nosso craque. Hoje e sempre a CBF reverenciará o nosso eterno campeão - declarou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.
Em seu site, a CBF homenageou a memória deixada, dentro e fora de campo, do "único tetracampeão mundial da história". Desde o início da história de Zagallo no esporte, quando foi atleta juvenil do America-RJ - seu primeiro clube ao se mudar para o Rio de Janeiro -, passando pela ida ao profissional como "Cria da Gávea" e a maestria apresentada no Botafogo, até a carreira na Seleção Brasileira e seus inúmeros sucessos.
Pela Seleção Brasileira, o Zagallo conquistou o título de único campeão da Copa do Mundo em quatro oportunidades. O ex-atacante foi titular absoluto durante o primeiro mundial do Brasil em 1958, além de ter sido responsável por um dos gols da final. No Mundial seguinte, em 1962, mais uma conquista para o camisa 13. Como parte da comissão técnica da Amarelinha, o Velho Lobo se tornou tetracampeão do mundo, em 1970 e 1994.
Homenagens em vida a Zagallo
No ano de 2016, durante as Olimpíadas do Rio, um momento marcou os torcedores brasileiros de futebol: Zagallo, que se recuperava de um problema do estômago, recebeu a tocha olímpica das mãos de Carlos Alberto Parreira, quem dividiu a comissão técnica da Seleção por muitos anos.
Anos depois, em 2020, a CBF homenageou o trabalho de Zagallo no aniversário de 50 anos do tricampeonato mundial da Amarelinha e deixou seu depoimento sobre a data especial. No ano seguinte, quando completou 90 anos, o Velho Lobo recebeu outra reverência: foi tema de um documentário da Fifa.
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